Teu, só Teu

IMAGEM GERADA POR IA “usando SEAART AI, sob a direção de J.B Wolf, Criada em 04/07/2025″
Deito-me sobre o corpo dela como quem encontra um refúgio que não sabia precisar. A pele é macia, quente, cheira a noite prometida. Beijo seu pescoço devagar, como se cada toque fosse uma prece sussurrada. Ela arqueia levemente, respira mais fundo. Seus lábios têm gosto de vinho e espera.
Os gemidos dela… ah, os gemidos dela. Não são sons — são palavras escritas em minha memória, traços úmidos que se gravam em mim com tinta viva.
Nosso ritmo se constrói entre silêncios e suspiros, entre olhares fechados e mãos que já não sabem o que é hesitar. Os quadris se encontram, se buscam, se perdem. O prazer vai crescendo em espirais, e de repente, tudo se resume a um grito — o dela. Brutal, nu, como a própria essência da entrega.
E então, entre o tremor e a rendição, ela geme em meu ouvido, com a voz embargada de gozo e ternura:
“Tua… só tua… mais… mais… não para… nunca mais…”
Autora: Tônia Lavínia
“Seu Olhar”

Imagem de Sun9-43.userapi
Sou fã de belos olhos.
Não apenas pela cor ou pelo brilho, mas pelo que escondem. E os dela… eram grandes e escuros, como noites em suspenso, abafando metade do fogo que ardiam, até que ela falasse.
E então, por trás do disfarce macio da voz, surgia algo que não era exatamente ira, mas orgulho, talvez. Um orgulho que sabia o próprio poder.
E junto dele, havia amor.
Não um amor terno ou doce, mas um amor denso, exigente, que queimava sem pedir
permissão. Havia algo ali que não era desejo, mas se parecia tanto com ele que confundia.
Poderia ter sido, não fosse a alma.
Essa alma inquieta, indomável, que lutava para conter o corpo.
Tônia Lavínia
Senhorita “S”

Imagem de Asthoriu por Freepik
Pergunta de Alexandra Castro (Belo Horizonte):
“Senhorita S, dizem que o pompoarismo pode transformar uma mulher na verdadeira dona do jogo entre quatro paredes… Isso é mito ou a arte de apertar e soltar tem mesmo o poder de deixar qualquer um de joelhos?”
Resposta da Senhorita S:
“Ah, Alexandra… quem domina o ritmo do próprio corpo não joga o jogo — ela dita as regras. O pompoarismo é como um sussurro entre músculos que sabem exatamente quando acolher e quando provocar. E sim, minha cara… deixa de joelhos, de costas, de frente — como eu quiser.
“Minha adorável Alexandra,
obrigada por adentrar meus pensamentos e brincar entre minhas palavras… Sua presença deixou marcas doces por aqui. E aos que espiam em silêncio, deixo o convite: minha caixinha de perguntas está aberta, à espera de curiosidades sussurradas, desejos velados e confissões indecentes.
Toquem. Perguntem. Atrevam-se.
Com afeto e malícia,
Senhorita S.”

Imagem de Passion.ru
Vídeos no youtube:
“Byron em Voz Baixa: Quando o Verso Vira Sussurro”

Nus a Sós Jaque Alenccar


Por TÔNIA LAVÍNIA









