POETAS E POETISAS – Tempo por Maria Lúcia
O tempo, mestre sutil, nos ensina a desaprender: a soltar o que oprime, a deixar ir o que não sabemos compreender. Desaprender as certezas absolutas






















O tempo, mestre sutil, nos ensina a desaprender: a soltar o que oprime, a deixar ir o que não sabemos compreender. Desaprender as certezas absolutas
o tempo corre descalço na terra insurgente e gira cambaleante nas urgências das horas, e na geografia do silêncio minhas retinas poéticas percorrem frestas do
Escondi-me Profusas noites Abdiquei de ser lua Luminária Vista rebuçada Ainda que com desejo De ser acessa, Fugi da noite Mas de claras pernoites, Que
A poesia é o veneno Que me mata E o antídoto Que me salva. Por MARCOS FERNANDES Paço do Lumiar – Maranhão, Brasil
Quando o som encontra o cérebro A música sempre foi tratada como arte, emoção ou entretenimento. Mas, antes de tudo, ela é um fenômeno neurológico.
Recapitulação Capítulo 4: O Segundo Domingo Luísa retorna ao Café Passagem com um livro de Fernando Pessoa. Daniel chega visivelmente perturbado, revelando que não consegue
Intimidade, ó palavra que sussurra baixinho nos recantos mais sagrados da alma, és tu quem desvenda véus invisíveis e revela jardins secretos do coração. Não
Havia um tempo em que meus olhos eram faróis que guiavam navios perdidos em tempestades, quando minhas mãos teciam abrigos de ternura e minha alma
A coluna Raízes de Moçambique é um espaço dedicado a explorar a rica cultura e as tradições de Moçambique. Nessa edição, você encontrará poemas traduzidos
Ela prometeu não comer carne na Quaresma. No espelho, seu reflexo come sozinho. Carne crua. Sangue escorrendo. Ela não consegue desviar o olhar. Seu reflexo
