AUTOPOIESE E NARRATIVAS – “Memória: a memória imaterial popular passada pelas festividades ao longo do tempo.”

AUTOPOIESE E NARRATIVAS – “Memória: a memória imaterial popular passada pelas festividades ao longo do tempo.”

  1. INTRODUÇÃO

Querido(a) leitor(a)!

Bem-vindos à 35ª Edição — janeiro & fevereiro da Revista Internacional The Bard, com o tema: “MEMÓRIA: A MEMÓRIA IMATERIAL POPULAR PASSADA PELAS FESTIVIDADES AO LONGO DO TEMPO.”

 A memória imaterial popular transmitida por meio de festividades ao longo do tempo é definida como Patrimônio Cultural Imaterial, o qual refere-se às práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas — com os instrumentos, objetos, artefatos e espaços culturais que lhes são associados — que comunidades e grupos reconhecem como parte de seu legado cultural.

IMAGEM GERADA POR IA “usando SEAART.AI, sob a direção de Arely Soares Reis, Criada em 02/12/2025″

 

A salvaguarda desses bens culturais é responsabilidade do “Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN)”, que os registra para garantir a continuidade e o respeito a essas práticas. 

patrimônio imaterial popular transmitido através das festividades inclui as expressões culturais vivas, saberes, celebrações e rituais que uma comunidade preserva e passa adiante de geração em geração. As festas populares brasileiras são veículos cruciais para essa transmissão, mantendo a identidade e a memória cultural vibrantes. 

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As festividades, como o Carnaval, o Círio de Nossa Senhora de Nazaré, o Samba de Roda e a Folia de Reis, são exemplos proeminentes desse tipo de patrimônio, por preservarem tradições e memórias coletivas vivas por meio de sua atuação e participação contínuas.

Ao fazer a leitura da coluna Autopoiese Y Narrativas, você irá alegrar a sua memória de tempos inesquecíveis vivenciados em algumas regiões do Brasil.

Tecendo pesquisas, apresentamos o artigo com o título “MEMÓRIA IMATERIAL: NARRATIVAS DE VIDA, CULTURA E BELEZAS”.

As temáticas aqui apresentadas podem oferecer excelente aporte para pesquisadores que se dedicam ao estudo e à pesquisa que permeiam e compõem o universo de diferentes festividades (festas religiosas, festas populares, comemorações cívicas).

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Com carinho e alegrias,

Stella Gaspar

 

  

  1. MEMÓRIA IMATERIAL: NARRATIVAS DE VIDA, CULTURA E BELEZAS.

 

“Pela memória, o passado não só revisita as águas presentes, misturando-se com as percepções imediatas, como também empurra, descola estas últimas, ocupando o espaço todo da consciência. “A memória aparece como força subjetiva ao mesmo tempo profunda e ativa, latente e penetrante, oculta e invasora” (Bosi, 2003, p. 36).

Até o momento já foram registrados como Patrimônio Imaterial os seguintes bens brasileiros: Arte Kusiwa dos Índios Wajãpi (técnica de pintura e arte gráfica própria desse grupo indígena que vive no Amapá); Ofício das Paneleiras de Goiabeiras (assim chamadas por ser a maioria das artesãs, mulheres que residem no bairro de Goiabeiras, em Vitória, capital do Estado do Espírito Santo); Samba de Roda no Recôncavo Baiano (o samba praticado, principalmente, na região do Recôncavo é uma mistura de música, dança, poesia e festa aos orixás); Círio de Nossa Senhora de Nazaré (celebração religiosa que se caracteriza por uma procissão em que milhares de romeiros acompanham a imagem de Senhora de Fátima pelas ruas de Belém do Pará); Ofício das Baianas de Acarajé (o qual é tradicionalmente feito pelas chamadas “baianas de tabuleiro”); o Jongo (dança de origem africana que chegou ao Brasil colônia com os negros trazidos como escravos para o trabalho forçado nas fazendas de café); o frevo e a feira de Caruaru de Pernambuco e a Viola-de-cocho (encontrada no Pantanal do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, recebe este nome porque é confeccionada em um tronco de madeira inteiriço esculpido no formato de um cocho).

De acordo com o IPHAN, a preservação dessas culturas visa assegurar que os conhecimentos culturais de um grupo ou comunidade sejam transmitidos de geração em geração, sendo constantemente reinventados por essas comunidades e grupos com base em seu ambiente, na sua interação com a natureza e na sua história. Isso promove um sentimento de identidade e persistência, contribuindo para o estímulo do respeito à diversidade cultural e à criatividade humana.   

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As sensações, os sentimentos e emoções são necessários à preservação dessa cultura imaterial. A memória é a vida, sempre carregada por grupos vivos e, nesse sentido, em permanente evolução, aberta à dialética da lembrança e do esquecimento, inconsciente de suas deformações sucessivas, vulnerável a todos os usos e manipulações, susceptível de longas latências e de repentinas revitalizações, tal como afirma o autor (Nora, 1993, p. 9). O registro desses costumes e tradições significa a reconstrução da história desses lugares e, como tal, uma reconstrução incompleta do que não existe mais, pois “a memória é um fenômeno sempre atual, um elo vivido no eterno presente; a história, uma representação do passado.” Olhar o próprio conteúdo da memória implica olhar para si, para a própria história. O ato de lembrar pode trazer consigo recursos de vitalidade e ânimo gerados na espessura de uma experiência. Esse movimento favorece possíveis inclusões e interpretações, atuando diretamente sobre nossa porosidade.

Assim, experiências, sabedorias, passado e presente, são caminhos ressignificados, fornecendo elementos para a continuidade da história. A memória nos enriquece com seus conteúdos, empresta cor, profundidade, significados e percepções. Armazena um pouco de tudo vivido com sensações, sentimentos e saberes. Esses aspectos são “rios da vida” desaguando no grupo, na cultura, em realidades territoriais e regionais.

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Em outras palavras, a memória deve ser entendida sempre como uma mistura da relação entre o indivíduo e o grupo. Ela é um ponto de partida e de chegada, recriamos o legado de gerações com olhos de “hoje”. Há sempre uma troca entre memórias individuais e memórias coletivas. A construção das memórias se constitui tanto do que se apreende das lembranças individuais e se transferiu para a esfera social quanto do que se ensaiou na esfera social e se reexportou para a memória individual.

Vale lembrar que, enquanto patrimônio, esses saberes, costumes e modos de viver se ancoram em memórias que circulam, física ou metaforicamente, entre os membros de um grupo e, para serem preservados, devem permanecer simultânea ou alternadamente nas lembranças de todos. Dessa forma, a preservação desses bens deve se dar de forma que cada indivíduo possa inscrever nela sua representação, sua contribuição, sua versão, permitindo o sentimento de pertença e de implicação. As políticas culturais em prol da preservação desses bens devem ampliar as concepções de vida sem excluir a diversidade cultural e sem modelar a forma de preservação das lembranças, desqualificando as formas de passar conhecimentos e saberes tradicionais que marcam a construção das memórias coletivas e individuais nessas comunidades.

A memória concretiza e refaz, afasta e aproxima, ela se amplia significativamente a conteúdos culturais e emocionais, filtrando acontecimentos.

Em suma, a memória imaterial é a alma de uma comunidade, um repositório de conhecimentos, evocações e práticas que, embora intangíveis, são essenciais para a identidade e a vitalidade cultural de um povo.

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  1. IMPORTÂNCIA DA MEMÓRIA IMATERIAL POPULAR.

 

“Desprende as bolhas, as amarras da memória e vai além… Há horizontes e caminhadas à tua espera. Fica sempre o que significou, iluminando as lembranças, que guardadas em gavetas, saem do seu recôncavo, e seguem entre árvores, nuvens em festividades longevas” (Stella G., 2025)

A memória imaterial expõe os aromas, os tons, as sonoridades marcantes de um determinado período do tempo histórico e seus arranjos culturais, construções e ruínas, festas e cortejos etc. Todas estas formas são lembranças, lugares de memórias, que guardam e produzem as identidades. Revisar e refazer o acervo de nossas memórias são oportunidades de rememorar, constituem a consciência do agora.

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O conhecimento histórico, portanto, não pode ser limitado ao estudo dos fatos e à reprodução do saber sem reflexão ou novas indagações, ao contrário, ele necessita da afirmação e da interrogação permanentes, é, portanto, neste processo dialético (abstração e concretude num só tempo) que se dá a construção dos conceitos e do conhecimento.

Visto assim, a noção de patrimônio material e imaterial deve ser compreendida sempre como complementar, dado que são materiais, funcionais e simbólicos simultaneamente.

“Quem somos nós, quem é cada um de nós senão uma combinatória de experiências, de informações, de leituras, de imaginações? Tudo pode ser continuamente remexido e cada vida é uma enciclopédia, uma biblioteca, um inventário de objetos, uma amostragem de estilos reordenados de todas as maneiras possíveis” (Calvino, 1990, p.138).

Uma cerimônia religiosa e uma festa em torno de um prato típico, ou até mesmo eventos populares como o carnaval, são assuntos de estudo aprofundados e pesquisados. Para entender essas atividades, precisamos conhecer sua história, que mostra como elas mudaram ao longo do tempo.

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A visão moderna sobre o patrimônio cultural reconhece que as tradições não são estáticas; elas são processos de constante evolução. O patrimônio imaterial, como festas populares, danças e músicas, está em constante transformação, pois se adapta ao contexto social e às novas gerações. Assim, a preservação das tradições não significa somente conservar o que é antigo, mas garantir que essas expressões culturais continuem a evoluir, sem perder sua essência, de forma a refletir as mudanças da sociedade.

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Portanto, proteger o patrimônio cultural é mais do que uma tarefa burocrática ou legal, é uma forma de garantir que a história de uma cidade seja preservada e que as futuras gerações possam se orgulhar de suas raízes culturais. A cidade que valoriza seu patrimônio — seja ele material ou imaterial — está investindo em seu futuro, criando um ambiente onde a identidade cultural é a base para um desenvolvimento sustentável, próspero e integrado.

Preservar o patrimônio é garantir que o passado inspire o presente e o futuro, pois, como disse o filósofo francês Henri Bergson, “A memória não é o que se recorda, mas o que se transmite.” E é essa transmissão contínua que forma o alicerce para a construção de uma sociedade mais coesa, consciente e próspera.

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  1. ASPECTOS DAS MANIFESTAÇÕES CULTURAIS E FESTIVAS.

 

Não existe sociedade humana sem festas, sejam elas seculares, tradicionais ou modernas, pois a festa é “um espelho no qual o ser humano se reflete.

“A festa é a ocasião em que, nas sociedades hierarquizadas, se aproximam e confraternizam com as diferentes classes sociais e onde, nas sociedades de fratrias, os grupos complementares e antagonistas se confundem, atestam sua solidariedade” (CAILLOIS, 1950). In: Tempo vivo da memória: ensaios de Psicologia Social. Paulo: Ateliê. (2003, p. 166).

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Deve-se, portanto, procurar compreender as festas enquanto fatos sociais, antropológicos, complexos, advindos de tradições arraigadas na cultura brasileira. As festividades populares promovem e reavivam recordações e sentimentos, recriando elementos que permanecem na memória coletiva, servindo como instrumentos significativos para a preservação dessa memória. Não se trata somente de reconstruir fragmentos da imagem de um evento pretérito, mas sim de assegurar que essa reconstrução opere com base em informações e conceitos que estejam enraizados em nosso íntimo, assim como nos dos demais.

As festas são sempre as mesmas, sem nunca serem iguais, por serem resultantes do momento que se dá pela interação social. Possuem dinâmica própria, transformando-se, atualizando-se, lentamente, fora do ritmo acelerado das expressões massivas, embora apresentem uma relação entre tradição e inovação, constituindo um forte dinamismo, um elemento de vitalidade.

O rico calendário festivo brasileiro congrega diversas modalidades de festas: cívicas, profanas, religiosas, públicas, privadas, de brancos, de negros, de indígenas, do calendário agrícola e tantas outras que acabam evidenciando uma grande mistura de gente, raças, crenças e valores, que sempre estiveram presentes na história do país, emanando uma grande profusão de símbolos, que muitas vezes se misturam, se confundem.

Diversas festividades no Brasil são reconhecidas como patrimônio imaterial pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e ilustram como a memória popular é mantida viva:

O Rodeio, a Carreteada e os Ternos de Reis — integram o conceito de patrimônio imaterial por representarem o imaginário simbólico e a memória coletiva de nosso povo, além de manterem vivas práticas culturais que conectam gerações e fortalecem a identidade local.

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O Brique da Redenção, em Porto Alegre, e o programa Rua Aberta, são exemplos de como aquilo que é novo pode se transformar em parte da imaterialidade cultural, uma vez que tudo o que hoje é tradicional já foi, em algum momento, uma novidade. Isso reforça a ideia de que a cultura é um processo vivo e dinâmico, em constante transformação, onde práticas emergentes podem adquirir o mesmo valor simbólico das heranças mais antigas, conectando comunidades ao longo do tempo.

O Círio de Nazaré, devoção, rituais religiosos, culinária, cantos e a organização coletiva da procissão.

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O Carnaval com o frevo (em Pernambuco), o samba (no Rio e Bahia), as marchinhas, os desfiles de blocos e escolas, e toda a expressividade lúdica e cênica.

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O Bumba meu boi. Danças, músicas, lendas, os “autos” (encenações dramáticas), a confecção de indumentárias e a organização dos grupos folclóricos.

O Nordeste com as Festas de São João. Quadrilhas, forró, comidas típicas, fogueiras e a forte ligação com o ciclo junino e a vida rural.

Festa do Divino Espírito Santo de Pirenópolis (GO) e Paraty (RJ): A celebração envolve rituais complexos, como as Cavalhadas, as máscaras, os cantos e a hierarquia dos festeiros, que mantêm viva a tradição e a fé da comunidade.

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Tambor de Crioula do Maranhão: uma forma de expressão musical e coreográfica que acontece em diversas ocasiões festivas e é um importante símbolo da identidade afro-brasileira.

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As celebrações garantem que a coletividade e os valores culturais de um povo não se percam no tempo, mas sim se renovem a cada ciclo festivo.

O patrimônio imaterial do Brasil inclui manifestações culturais como a capoeira, o samba, o acarajé e o carimbó, além de saberes, ofícios e festas tradicionais, como o modo de fazer queijo de Minas e a Festa do Divino.

 

 

  1. CONSIDERAÇÕES FINAIS.

           

A memória imaterial popular refere-se aos aspectos intangíveis da cultura de um povo, que não podem ser tocados, mas são vividos e repassados oralmente por meio da prática. A modernidade pode se adaptar a essa memória sem destruí-la, possibilitando que no futuro ainda persistam essas manifestações que resumem a tradição mais legítima do Brasil. 

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Tudo aquilo que faz parte da vasta gama cultural de uma sociedade pode ser considerado cultura imaterial. O idioma, as gírias e variações linguísticas, a religião, as festas populares, as festas religiosas, a dança, a música, as lendas e crenças populares, e a culinária são manifestações culturais que identificam determinadas sociedades e não existem materialmente.

Uma das características mais importantes dos patrimônios imateriais é a sua capacidade de mudar, de adaptar-se e de construir novos significados simbólicos, conforme as demandas do ambiente e de seus atores. Esse entendimento pode ser retomado com a definição sobre patrimônio imaterial da Convenção da Salvaguarda do Patrimônio Imaterial da UNESCO.

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Ao finalizar esse artigo, destacamos o importante conteúdo para o respeito e o desenvolvimento social, cognitivo e econômico da sociedade.

“A preservação do patrimônio não é somente um ato de memória, mas uma forma de fortalecer os laços entre os cidadãos, garantindo que as próximas gerações continuem a construir sobre as bases da cultura e história que receberam. A preservação do patrimônio é a manutenção do imaginário coletivo, um processo contínuo de reafirmação da identidade cultural de um povo”, afirma a filósofa Marilena Chauí (Disponível em: https://seguinte.inf.br/a  importância do patrimônio material e imaterial para o desenvolvimento e identidade de uma cidade e de um povo).

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Belezas e boas lembranças,

De mim, para todos(as).

 

 

REFERÊNCIAS

 

CAILLOIS, Roger. L’homme et le sacré. Paris: Gallimard, 1950.

Bosi, E.Tempo vivo da memória: ensaios de Psicologia Social. São Paulo: Ateliê. (2003)

CALVINO, Ítalo. Seis propostas para o próximo milênio. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.

Nora, P. (1993). Entre memória e história: a problemática dos lugares. Revista Projeto História, 10, 1-178.

 

Por STELLA GASPAR

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