Dany Amado Vasco, nascido aos 20 de dezembro de 2003 em Moçambique, no distrito de Gurué na Zambézia. Ele é escritor e poeta, participou
Autor: Revista The Bard
SEMEANDO A ESCRITA – A escrita e a evasão dos sentimentos aprisionados
“Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir. O que confesso não tem importância, pois nada tem importância. Faço paisagens
DESENHO – A Capa de Acã por Valter Roberto de Moura
O desenho intitulado como “A Capa de Acã” é uma ilustração que está presente em uma das páginas do livro “Memórias Excêntricas”, de minha própria
SEMEANDO A ESCRITA – Espaço aos semeadores: Metamorfose da Alma por Miguela Rabelo
Miguela Rabelo é artista, professora na Educação Especial, especialista em Direitos Humanos, Educação Especial e Arteterapia; mãe do Heitor (autista nível 3). Autora de “Estações”
CONTOS – Meu inesquecível trinta de julho por Rejane de Lima Cedro
Agora o meu amor e a minha esperança circulam dentro de uma máquina…Tudo ficou tão estranho! Efeitos colaterais de um remédio quase encerrou
SEMEANDO A ESCRITA – Colheitas da Colunista – Soneto do Nascimento do Sentir por Lilian Barbosa
Abaulado o sentir sob o seu peito Encarcerado em voz muda, abafada Cativo ante a confissão não mostrada Inerte enfermo olvidado no leito Ao
RAÍZES DE MOÇAMBIQUE – Maria Imaculada por Frivaldo Casimiro
Frivaldo Casimiro Um jovem aspirante a escritor, apaixonado desde a adolescência por poemas, nascido em Quelimane província da Zambézia, tenho 22 anos e sou
PROSA – Ouro derretido à deriva por Rute Ella Dominici
Pergunta-me onde me achava morrendo como um navio incendiado em alto mar deixando tombar o ouro que se fundia em pleno amar lava incandescente derretendo
ARTIGOS – Cultura milenar chinesa por Thiesca de Oliveira
A cultura china é a cultura mas milenar do mundo, com mais de cinco mil anos de historia!E dentro de suas celebrações ancestrais, arte e
CRÔNICAS – Na Teia da Vida por Jeane Tertuliano
Em uma cidadezinha chamada Santo Antônio de Jesus, no interior da Bahia, onde o tempo parece passar mais devagar, vive Dandara. Ela caminha pelas ruas
