Escrever acerca da cultura nórdica, é adentrar dentro de um mundo de fascínio e também de uma cultura, que foi engrandecida dentro do “pop”, com as figuras de Odin e Thor, entrelaçando um entendimento entre o que seja universal, no sentido que suas terras gélidas são fleumáticas para se demonstrar como se faz pontual, colocar o misticismo como sendo uma marca tanto para se chegar ao conhecimento como também que esteja inserido em um vetor, tanto de provocação como a se conglomerar a métrica de que o gelo contém mistério, que não cabe à alma humana conhecer ou despertar plenamente.

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Odin e Thor, dentro de uma cultura do “super-herói pastelão” ganham destaque dentro das estórias de super-heróis, advindo da luta com o gigante “cor de esmeralda da Marvel”, Hulk de 1988, feito e interpretado por Bill Bixby e Eric Allan Kramer, que mesmo dentro de suas atuações pastelão, deixou marcas como um encontro entre a mitologia com a ficção.
A mitologia que propicia aventuras por um caminho ontológico, que seja realçado “na explicação do irracional, para o reacional” que segundo Mircea Eliade “tem como o caminho se chegar à verdade, mas que passa por universo fantástico de conservar sonhos, e também de humanização do que se pode ser classificado como sendo real, e irreal para uma determinada civilização”.

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Dentro desse contexto filosófico, Odin, ou até mesmo Thor, podem estar dentro do arcabouço de uma consciência que se eleva padrões de um tecnicismo em que a cultura necessita fugir de um campo de empirismo em só se procurar “a verdade”, como forma de construção intelectual.
Não se trata aqui de aguçar um campo “da pós-verdade”, como sendo um meandro para se colocar um clivo de que para o esclarecimento da mentalidade que seja ao mesmo tempo racional controlando seu emocional, é preciso se alimentar de desventuras que mesmo o Martelo de Thor, se fez necessário se defrontar com a intolerância gutural do Hulk.

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É notório que no que seja semântico de disseminação gramatical, de construção histórica e entretenimento, os nórdicos, tem uma flâmula que dentro de sua atmosfera coberta pela espeça camada de gelo, a necessidade de honra em formar um orgulho viking, passa por caminhos que fogem de uma diretriz, em se caminhar para um entendimento de psicologia social, que coloque seu povo, como sendo ao mesmo tempo quente, no sentimento de esclarecimento das suas vontades, como também em uma dialética em misturar prognósticos culturais, tanto a ideia de Stan Lee de usar da imagem de Thor como sendo mais um representante de seu oásis de heróis, está a concepção, que o aquecimento de criações de narrativas nos Hqs, pode vim a promoverem novas maneiras de entrelaçamentos intelectuais, que estejam auspiciados, em “uma poética”, de que para criação, não é necessário estar respeitando diretamente um objeção em misturar polivalentes esteios de um multiculturalismos, mas sim que venha trazer a necessidade interpretação de que o “eu é feito tanto de fatores físicos quentes como que frios”.

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Vejamos que Odin, possui entre seus filhos Loki e Thor, um sendo um meneio de estar obcecado pelo poder, e sendo um símbolo de que a esperteza deve vim ser acompanhada por caminhos de que se faz vital enganar e mentir, para conseguir o que se quer, assim como a boçalidade em procurar realizar o “bem” a todo custo, fazendo com que anjo nórdico de cabelos loiros, esteja procrastinado a ter que destruir o que vier pela frente, para assim proteger os que mais necessitam.
Ou seja, de forma material “enquanto o mal quer construir seu império, o bem procurar seguir seus desígnios, muitas vezes praticando a balbúrdia”, e isso fica bem nítido diante os filmes da Marvel, que deu uma solapada para o cinema de heróis, mas que não deixa de vim desenvolver uma espacialidade da “destruição em nome da paixão”.

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Nesse quesito “a destruição em nome da paixão”, está arquitetado, que para a diversão do grande público, o sentido de uma doce ação, visando certa inescrupulosidade dos mocinhos, pode esta dentro de uma epistemologia comportamental no que seja tácito em se comprometer com a “ética da destruição”, e também de garantir a liberdade e a paz, não tendo nenhum problema em pulverizar propriedade alheia, e que o material possa ser reconstruído, mesmo depois de usarem suas hiper –habilidades para salvar o Mundo, as autoridades que se danem, para colocar tudo no seu devido lugar.
Thor e Loki podem ser um comparativo, entre Cristo e Lucífer, bem como Hércules e Minotauro, mas todavia, não se distinguem por suas aparências, no sentido de monstruosidades, ou de leveza de um olhar fraterno.

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Mas no sentido de Loki, houve uma “certa”, reinterpretação em se colocar ele como um Deus, sendo um anti-herói que desperta, tanto a emoção, como atos desaforados diante suas instabilidades emocionais.
Diferentemente de um sentido religioso, ou até mitológico, é necessário realçar a importância do maniqueísmo, como sendo um sustentar cultural, no que seja visível de uma construção “positivista”, de que a imaginação bem como a criação, são, universos que podem tanto despertarem um plantel filosófico gnóstico como agnóstico, quanto a pujanças de sublinharem caminhos de um conhecimento, que tenha tanto o corporal como o intelectual, assimilados, para se pronunciarem a despertarem diferentes sensações para seus públicos.
Nessa visão que seja ao mesmo tempo, emocional como racional se volta para uma análise que seja, pausado na ideia teatral de Jean Paul Sartre ligada, em relação ao seu “O Diabo e o Bom Deus”.

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Chega ser uma alegoria como uma provocação se aplicar essa concepção filosófica quanto às características de maldade e bondade de Thor e Loki, como um jogo lúdico, perante cada um tenha suas razões para agir, de acordo com seus princípios, objetivando tanto a estar em paz, como também a estarem banhados seja pelo que seja sádico, ou classificado como sendo, outorgado entre o que seja divino ou demoníaco.
Não adiantaria somente vir a pronunciar e defender princípios, que estão relacionados à justiça e paz, mas sim se debruçar diante o compromisso que tanto o mal, como o bem, trocam acusações, e também elogios, mesmo que estejam diretamente se odiando, mas que um não vive sem o outro, e que é fundamental um pouco das trevas para se chegar a conter o doce prazer, de caminhar com a luminosidade do que esteja ligado, ao comprometimento gnosiológico entre o bem e o mal.
Tanto Thor como Loki, tem fundamentos psicológicos de uma discórdia que tece seus destinos tanto para luz, como para a destruição.
Entram na “provocação sartreana”, pois querem trilharem seus caminhos, estando amarrados há uma “predestinação em estarem enclausurados em tanto praticar o bem como o mal”.
Nesse sentido, é um dado empírico, que entra na lógica de estudos de Auguste Comte, “em que não existe patomimias de vários sentidos para alma humana”, e sim que tudo poder ser provado através da “observação e constatação”.
Nesse quesito as artimanhas intelectuais passam por um sublime caminho, de que as liberdades são consumadas, inteiramente por nossas decisões, estando viabilizadas somente, pelo que “cada eu se propõem a fazer”, e que intelectualidades possam ser tanto cunhos para a criação de novos caminhos, para se chegar ao infinito das ideias mais profundas, como também o finito de consciência e atitude mental, que transpassa o corporal.

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Em um universo mitológico se entra um comprometimento de lamento e virilidade da consciência de que é fundamental se chegar ao nível intelectual que seja tanto voltado para diversão, mas que não se distancie das paralaxes em caminhar para um fortalecimento de comportamentalismos, que estejam voltadas tanto para o universo metafísico como que físico.
As criações de Odin, são emblemas de que para o mito, não existe um caminho de limites para suas aventuras, como também não está limitado, em se bastar a si mesmo, mas sim que se procura compreender, dentro da limitação material, uma reflexão acerca do que seja razão, e como também isso venha a despertar a emoção.
Immanuel Kant, dentro da sua “razão pura, enfatizando a importância de elementos que a mente venha a ser uma projeção de uma inteligência superior, que controla todos nossos atos”, está uma representatividade de um elaboração, de que o místico, como o mito, são fugas de nossas realidades, como também uma reinvenção acerca de como nos relacionar com proporcionalidades de tecidos intelectuais e culturais que venham a formarem novas projeções acerca do desconhecido.
A Mitologia Nórdica, que está assim como a grega, ligada expressamente a sua história, buscando uma compreensão diante o gélido misterioso, outorgando novos destinos para a alma humana, bem como entendendo que mesmo dentro de centralidades materiais, de uma estética, que se veja muitas vezes mecanicista, pode também transcorrer a ascensão de gostos, que não sejam necessariamente, a representação da fúria, mas sim uma busca incessante da verdade.
Uma verdade que caminha por abismos, mas que também enfrenta os desafios, de uma frenologia de que um anômalo metafisico é fundamental, para uma conjugação do corpo.
Dentro dessa visão da “conjugação do corpo”, esta a concepção de que um “nome, detém sua figura e sua memória”, segundo o psicanalista Pierre Fédida e que dentro da memória, se encontra utensílios para se concluir, que no badalar de cada emoção, novos mitos pode m surgirem para uma diacronia, tanto que se venha construir a paz, como também um batistério de novas disrupturas do “real”.
Nesse sentido, de uma disruptura com a história, a psicanálise gera uma crise de eufemismo, quanto á construção da leviandade em fugir, do que seja somente um nome, mas sim fazer uma métrica, que para compreensão de todas as nossas aceitações falham em estar antenados com uma humanização, de vértices comportamentais que venham a transgredirem, como também a estreitar relações entre o fantástico e o real.
Mas por que o fantástico e o real?
É uma estratégia de uma conduta onisciente de que é primordial se caminhar pelo “absurdo da fantasia”, para se construir um matriciado em novos fronts de combates intelectuais diante, a massificação do criar, e do engajar, no que sejam postulado a entrever novos pensamentos argumentativos, fugindo de viver somente diante a burocracia de ter que ficar se respeitando tanto métricas, como ensejos do que seja classificado como bom e eloquente.

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É necessário se implementar uma pedagogia da loucura, que contenha uma forte tessitura, na estrutura, de remissivos estreitos morais, entre o sonhar e também de buscar a satisfação, mas que não venham a promoverem um sucinto preceito de maldade, mas sim a verdade, que o ser humano, não consegue ficar sem sonhar, e para se criar é fundamental um prognóstico da insanidade, com um gosto de provocar sempre o que puder que seja bom, como o que também esteja auscultado para o mal.

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Loki não é mal e funesto, mas sim sua incompreensão causa inveja, e que sua cobiça está caminhando dentro de um psicológico, em administrar as mais intensas paixões, como também razões, para assim se lutar contra a monstruosidade, de subjetividades, que estejam pigmentadas na neurose, de que é necessário não se dar satisfação para ninguém, mas que contenha um “lúmen”, de que das terras mais garridas o gélido frescor, de buscar um palco de crueza do mal, não vai vir a causar nenhum malefício para seu espiritual.
Entra nesse caminho uma comparação com o “Morcego de Gotham”, de que as trevas pode ser o caminho do bem, e que esse bem é oferecido para todos, mas quem vai garantir tanto de forma opinativa como interpretativa que esse tal bem seja de fato uma garantia de “segurança”, que não veja nem classe social, ou política em especial.

A destruição, bem como a reconstrução como diria o pensador pragmático John Dewey, se viabiliza em “mudar de estruturas e alicerces, em diferentes completudes, e que assim sua genealogia possa estar demonstrando um caminho, de como sua essência venha estar comprometida com outros frisos de fortalecimento filosófico”.
Dentro de um patamar nietzschiano “a ansiedade em se procurar o bem-estar, reflete, uma luta interna, de fúrias emocionais”, que buscam serem compreendidas como também a obterem um pouco de paz.
A paz que Thor, dentro de seu universo, de quadrinhos e filmes, luta, mas que na áurea de tentar redimir seu irmão, o deixa cego, dentro de um heroísmo inconsequente não sabendo respeitar os limites de um lençol de cobrir um massageamento do ego, que se elabora como um percursor de sedimentais cunhos de um “utilitarismo”, do esclarecimento.
Mas como explicar um esclarecimento, que não esteja amaldiçoado pela dicotomia entre o certo e o errado?
Platão nos explica que “nem toda a escuridão se explica com a destruição”, mas sim sendo um entrave entre os delírios de uma civilização, que se compromete em construir sua natureza através centrípetos de rejuvenescimento que o visível está na luz de se chegar a um desfalecimento da massificação, e que é essencial estar divido entre o bem e mal.
Se Odin deu o facultativo prognóstico que seus pupilos tenham o direito de escolherem entre o bem e o mal, também entra na cadência de uma condenação de que isso está objetivado para uma destruição da dialética.
Ou seja, dentro do cupito do equilíbrio maniqueísta, se faz uma jactância de se equilibrar, na destruição de apenas haver dois caminhos, e sim reinventar em construir, um lar de argumentações e ações, que possam tanto reescreverem a história psicológica, lograda nas centelhas ilógicas que o conhecimento para acontecer, não é preciso elementarizar uma lógica classicista que para se chegar a algum traçado de comprovação e elucidação do mental metafísico
Tanto Thor e Loki, despertam um desejo ardente, de beber do néctar mais venenoso do que seja proibido, e assim “levar os ventos do norte”, para similitude de um multiculturalismo tanto da apresentação intelectual de seus ícones mais insensíveis, sedimentados na sede de cobiça do sapiens, que é preciso provar para si mesmo ser detentor de todas as forças matérias e espirituais existentes.
No latente, entre a carência com uma ganância de permutar um conluio, de que a intransigência da rebelião epistemológica, para se distanciar entre o que seja “bom ou mal”, um “mythos” esta permeado da bondade provocativa, que venha ativar as humanizações de cabidos heterogêneos de uma supressão, de que o Planeta Azul, está encarcerado unicamente a seguirem dois lados opostos de uma “reta maquiavélica do destino”.
Bem os Nórdicos, clássicos pela sua desenvoltura material, econômica e social, e em sua Mitologia, são suplantados com um certo Nacionalismo, que é vestido pela impetuosidade dos Guerreiros Vikings, e que o Mar, demonstra sua força, diante as tempestades de provocações vindas dos ventos, das terras secas, mas que estão almejadas na dinâmica, em se perder no foco de uma construção política bem como provocativa no cerne de uma historicidade que almeje estar como uma teleologia com uma neuroplasticidade interrogatória refletindo acerca da sua própria percepção intelectual.
Uma intelectualidade que faça a regulagem “entre o quente e o frio”, e que assim seja uma sublimação entre uma luta incomensurável de afirmação das suas opiniões com volumétricos preâmbulos, que no caminho do desenvolvimento comportamental como também intelectual, se faz uma jornada de baladas de viagens ao irracionalismo de que é de grande importância, uma gama do “transcender” no que seja classificado como sendo “bom ou mal”.

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A melodia de uma mitologia, não basta unicamente conter uma lenda, ou uma anedota, mas sim despertar do sono de ficar na companhia de razias estando fermentadas pela infantilidade de no meios filosóficos enciumados, produzam a irrupção de cura, defronte a doença, de que a fantasia, não possa ser um angelical caminho, para a humanização do absurdo, em torno da construção de novos ideais de igualdades entre os povos, que venham a valorizem uma psicomotricidade de bons relacionamentos intrapsíquicos, na saúdem mental, de que o corporal não seja um cabedal de fragrâncias indesejadas, de que tudo necessite estar voltado para o caminho do “bem e do mal”.
Aliás, o “bem e o mal”, não é nem quente e nem tão frio.
É a convergência de toda a insatisfação e apreciação, em que não basta exclusivamente se acreditar no que os sentidos nos trazem como sendo verdade, mas sim que a física, pode nos condenar a viver em um contento imaginativo, que só venha contemplar o que seja certo ou errado.
Não se pode agir sempre com fúria, mas estar na escaldante métrica de um adiamantando vício, em querer se vingar da realidade, o que venham a esmiuçar que os que não pratiquem a imaginação e a fuga da massificação de uma realidade excludente, já estão dentro de uma doença de conformismo, que mesmo não expressado diretamente pelas palavras, podem no silêncio, estarem se defrontando, no compilado de admissões sublevações, de que nas fúrias diante o irracional senso – comum, está um mundo cheio e repleto de chances de se experimentar a loucura, com a desenvoltura, de uma gnósi que caminhe no atrevimento da reinvenção, da forma em permanecer, na eletricidade convulsiva, de que a escolha entre o bem e o mal, não é o único traçado de destino do ser humano.

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A cada badalar do “martelo”, um novo horizonte de buscar pelo “irmão pródigo”, se abre, mas sem desobedecer as vontades do pai, entrando no campo “lacaniano”, de um universo masculinizado que se coloca como sendo um caminho de travessuras mentais, no trabalho sentimental aguerrido de respeitar as desvantagens, de não ser imortal, blindado, para as mais doces e dramáticas sensações sentimentais, como corporais de buscar um levante poético, diante tudo o que pode a ciência provar.

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A ciência, necessita destruir seus adereços de voltar para si mesma, sem conter esclarecimentos e lamentos, que venham a provocarem ressentimentos de um sonho, pelo qual o homem dentro de sua “(in)consciência” solidifique a construção de místicos estertores do que seja carinho e afeto, na semiologia que não basta unicamente palavras para se definir o que seja bom ou mal, mas sim a viver a cada instante uma ebulição de vontades e sabores que vão destruindo aos poucos, seus postergados, de que o certo e o errado, são frutos somente de convenções culturais, ou de investidas de etiquetas que limitem a disseminação da razão, em compreender que mesmo dentro do sonhar, está uma necessidade de “cada ser”, em ter sua exclusividade como ser humano, de crescer e compreender sua espessura de esperança e que não basta unicamente viver uma realidade factual para assim explicar o que seja “bom ou mal”.

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O mal, não é sempre totalmente maléfico, mas sim uma possiblidade do oferecimento teórico do “xará filosófico de Loki”, John Locke “que a mente em branco vai sendo conduzida através de experiências e atitudes que faça despertar de sua consciência em se reinventar diante seus relacionamentos com outros seres humanos”.
É uma vital esperança, se construir gatilhos de possibilidades para ascensões culturais antropológicas, que limitem a raiva do ser-humano, em aceitar, que mesmo dentro da impossibilidade em conseguir tudo o que deseja, isso é uma pulsão estando além do que venha, a se verificar como sendo empírico, ou crítico.
A mitologia leva a criticidade sem limites, e ao mesmo tempo contendo um sabor de uma dor, que se faz ser também um traçado de amor, e que assim Thor, venha a disseminar tanto sua impetuosidade de jovem galante buscando salvar o mundo de sua destruição, como também dentro de outros círculos mitológicos ocorra como colocou o historiador Jean Pierre Vernant “uma história da cultura material, que venha a produzir uma antropologia do mito, como uma dissolução da verdade, sem perder sua essencialidade”.

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Essa essencialidade ao longo dos tempos, coloque, que o homem não é feito a viver de dois caminhos somente e Odin, sendo enveredado como a inteligência superior da Mitologia Nórdica, colocou um arquétipo de destruição dos limites entre escolher ente o “bem e o mal”, angariados na imagística de Thor e Loki, de que de forma indireta, fazem ambos visitarem seus lados opostos, mesmo que ambos não tenham consciência plena disso.
Em suma, no gélido mundo dos Nórdicos, “o bem e o mal”, são encruzilhadas, para se conhecer as vantagens e desvantagens em optar por caminho, cabendo cada um reconhecer sua grandeza maldizente, e menoridade benéfica, consciente de todos seus incidentes e descentes atributos intelectuais e celestiais. (como infernais)!).

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Por CLAYTON ZOCARATO
