Sol a pino. Chão ferido. A mãe, com os olhos no céu, tecia uma prece em silêncio.
O filho, com os olhos no pó, riscava com o dedo um rio teimoso.
E o céu, vencido por tanta fé, respondeu primeiro
com o cheiro: o aroma sagrado da chuva que batizou a terra antes mesmo de tocá-la.
Por J.B WOLF
