RAÍZES DO BRASIL – Conde da Barca, importante nome à cultura do Brasil

RAÍZES DO BRASIL – Conde da Barca, importante nome à cultura do Brasil

Sobre usar a erudição em prol de uma função sociocultural prática, com “um deslocamento das Belas Artes para o utilitarismo iluminista, que se apropriaria do método filológico, antes preponderante, para submetê-lo aos imperativos de uma iniciativa intelectual realizada com fins político-administrativos” (SILVA, 2006, p.118).

 

António de Araújo de Azevedo, o 1.º Conde da Barca (1754-1817), foi mais do que um nome nas altas esferas do poder. Sua biografia revela a figura de um intelectual cosmopolita, um “Homem de Letras” que, com a lucidez do Iluminismo, buscou aplicar a Razão em cada aspecto de sua vida. A sua trajetória é a prova viva de que a erudição pode caminhar de mãos dadas com a política, a diplomacia e a ciência, deixando marcas culturais profundas na história do Brasil.

Filho de Fidalgo da Casa Real e nascido em Ponte de Lima, no norte de Portugal, a formação de António de Araújo de Azevedo foi singular. Pouco se conhece sobre sua educação formal, mas se sabe que, ainda jovem, foi acompanhado pelo tio António Luís, seu “sábio mentor”. Este o acolheu no Porto, onde o jovem dedicou-se ao estudo da língua grega sob os ensinamentos do mestre Tomás Delany. No colégio de São Lourenço, Araújo teve a base de toda a formação escolar, entrando posteriormente para o curso de Filosofia na Universidade de Coimbra, onde não concluiu a formação superior. Depois, voltou para o Porto, onde se aprofundou em matemática, história e “Belas Letras”, alcançando um conhecimento vasto. Mesmo sem ter um diploma universitário, ele se destacou muito ao voltar para sua cidade.

Em 1779, já engajado nas ideias de seu tempo, ele ajudou a criar a Sociedade Económica dos Amigos do Bem Público em Ponte de Lima. A ideia era usar o conhecimento para melhorar a indústria, a agricultura e o comércio locais. Foi através disso que ele conheceu o Abade Correia da Serra e o duque de Lafões. O duque, vendo o potencial de Araújo, o indicou em 1787 para ser diplomata em Haia. Ele ficou lá por dez anos, não só representando Portugal, mas também ajudando portugueses que estavam espalhados pela Europa em meio a tantas guerras.

Depois, em 1797, foi para Paris tentar fazer um acordo de paz com a França de Napoleão. Mas o governo português não aceitou o acordo, e Araújo foi preso por três meses. Após ser solto, ele pediu demissão e aproveitou para viajar pela Alemanha, onde estudou mineralogia, química e botânica e fez amizade com grandes nomes, como Goethe.

Em 1801, foi nomeado para a Corte de São Petersburgo e, em 1802, voltou a Lisboa para ser Ministro dos Negócios Estrangeiros, a convite direto de D. João, que gostava muito dele. Até 1807, mesmo com o trabalho pesado, Araújo encontrou tempo para defender a obra de Camões, “Os Lusíadas”, incentivar o botânico Félix de Avelar Brotero e tentar criar um Jardim Botânico em Lisboa.

Imagem de António de Araújo de Azevedo por Wikipedia

 

Em 1807, fugindo das tropas de Napoleão, ele partiu para o Brasil junto com a Corte. Trouxe consigo sua valiosa biblioteca, uma coleção de minerais e a primeira impressora do Rio de Janeiro.

Chegando ao Rio, em março de 1808, ele se dedicou a projetos culturais e científicos para transformar a cidade em uma capital do Império. Trabalhou para criar uma Biblioteca Pública, Museus e uma Academia de Belas Artes. Na ciência, montou um laboratório que virou a Escola de Química e Farmácia, uma fábrica de porcelanas, e fez plantações de plantas nativas e estrangeiras no Real Jardim da Lagoa de Freitas, que ele chamou de “Hortus Araujensis”. Foi também responsável por trazer a primeira máquina a vapor para o Brasil.

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Em 1814, voltou para o governo, assumindo o Ministério da Marinha, e participou da elevação do Brasil a Reino Unido. Ele manteve esse e outros cargos até sua morte, em 21 de junho de 1817. Durante toda a sua vida, teve a amizade e a confiança de D. João VI.

 

A Memória e o Arquivo

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António de Araújo, como muitos homens de Estado da época, morreu “quase pobre”. Em seu testamento, deixou a responsabilidade de seus bens para seu irmão, João António. Este, ciente do valor do arquivo do irmão, que guardava a história de uma vida inteira, decidiu preservá-lo. Ele usou os documentos para pedir a D. João VI uma pensão em reconhecimento pelos anos de serviço do irmão, o que garantiu a estabilidade de sua família.

Já a rica biblioteca de Araújo, com mais de 7 mil livros, foi a leilão. Mas D. João VI, sabendo de sua importância, ordenou que ela fosse comprada inteira e adicionada à Biblioteca Régia, no Rio de Janeiro. Assim, o acervo que Araújo de Azevedo tinha montado ao longo da vida se tornou o núcleo inicial da atual Biblioteca Nacional do Brasil.

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Por volta de 1822, o arquivo de Araújo retornou a Portugal com seu irmão João António. Ele foi guardado na Casa de Sá, em Ponte de Lima, por cerca de 80 anos. A família o preservou como prova de sua história e prestígio. No entanto, por volta de 1908, com a venda dos bens familiares, o arquivo passou a ter um novo dono, o Dr. Manuel José de Oliveira, um médico e intelectual que o valorizava por seu interesse histórico.

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Oliveira, um republicano que acreditava na importância dos documentos para o estudo da história, adquiriu o arquivo para usar em suas pesquisas. Ele montou uma biblioteca particular que era seu “laboratório” de trabalho. Infelizmente, Oliveira morreu cedo, em 1918. Em seu testamento, ele pediu que sua coleção, incluindo os documentos sobre o Conde da Barca e a Guerra Peninsular, fosse comprada por alguma cidade do norte de Portugal ou pelo Estado.

A Câmara Municipal de Braga, depois de muita discussão e crítica, comprou a “Coleção Oliveira” nos anos 20. A coleção, porém, continuou a gerar polêmica, e a Câmara decidiu passá-la para o Arquivo Distrital e a Biblioteca Pública de Braga, em regime de depósito. O diretor da instituição, Dr. Alberto Feio, defendeu a permuta, mostrando que a coleção era valiosa e continha muitos documentos raros, principalmente os manuscritos do Conde da Barca. Foi assim que, em 1926, os “papéis” do Conde da Barca finalmente encontraram um lugar seguro, onde sua história continua viva para ser estudada.

 

As trocas pessoais do Conde da Barca

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A correspondência pessoal do Conde da Barca é um tesouro. São quase 2 mil documentos de cerca de 490 pessoas diferentes, que nos mostram como as ideias e os contatos se espalhavam por Portugal, Brasil e Europa. Seria impossível falar de cada carta em detalhes, mas é importante destacar que essa é uma coleção enorme de documentos, em grande parte inéditos, que ainda espera ser estudada.

É interessante notar que essa correspondência não seguia as divisas dos países. Ela funcionava dentro de uma “República das Letras” – um espaço global e informal onde as ideias circulavam livremente. O que unia essas pessoas era o lema iluminista “Sapere Aude”, ou “ouse saber”, que o Conde da Barca e seus colegas tanto prezavam. Essa mentalidade de buscar o conhecimento e o progresso foi a força que conectou Portugal, o Brasil e a Europa entre o fim do século XVIII e o início do século XIX.

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Nessa época, o ideal de progresso era muito forte. A troca de ideias e experiências acontecia por meio de cartas, que funcionavam como um tipo de comunicação paralela aos documentos oficiais. Através delas, se falava sobre novidades científicas, plantas, minerais e até sobre o que estava acontecendo na política de forma mais direta e pessoal. Essa troca de informações era rápida para os envolvidos, mas os resultados demoravam a chegar para a população. Afinal, a correspondência era de uma elite cultural e curiosa, ligada ao poder e que queria o “Bem Comum”, um ideal iluminista que, na prática, levava tempo para se concretizar.

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Podemos dividir o acervo de cartas em vários grupos. Primeiro, a correspondência entre o governo e a população. Após as invasões francesas, as pessoas usavam essas cartas para pedir favores a D. João VI, o rei, através de seus ministros. Nessas cartas, também se falava das vitórias e derrotas militares e das ideias para reconstruir o país.

Depois, temos a correspondência diplomática portuguesa. Diplomatas espalhados pela Europa trocavam informações, liam jornais e se conectavam com intelectuais, livreiros e cientistas. Um bom exemplo é Bernardo José Abrantes e Castro, que escrevia sobre política e novidades literárias na Europa. Também se destacam o Marquês de Marialva, que ajudou a trazer a “Missão Artística Francesa” para o Brasil, e o Duque de Palmela, que recomendou a Araújo um naturalista alemão, Sellow, que queria estudar a flora e a fauna brasileiras. A correspondência também mostra como estrangeiros, como o Conde de Hogendorp, e até portugueses em busca de perdão, como Silvestre Pinheiro Ferreira, tentaram se estabelecer no Brasil.

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Mas o mais interessante dessa correspondência é o que vinha do próprio Brasil. Com a chegada da Corte em 1808, o Brasil, antes um território pouco explorado, se tornou o centro das atenções de naturalistas europeus. Viajantes como o Príncipe Maximiliano de Neuwied, por exemplo, vinham para cá para descrever a fauna e a flora e fazer ilustrações. Ele foi recomendado a Araújo pelo Barão de Eschwege, que era intendente das minas de Minas Gerais. O príncipe, que viajou sob um nome falso, trocava muitas ideias com Araújo e publicou vários trabalhos sobre suas descobertas no Brasil.

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Outros funcionários da Coroa no Brasil também trocavam correspondência com Araújo. Manuel Ferreira da Câmara, por exemplo, falava sobre a extração de diamantes. Até mesmo o diretor do Jardim Real de Olinda, Étienne-Paul Germain, comentava sobre as novas plantações. Cartas de Manuel Inácio de Sampaio e Pina Freire, governador do Ceará, mostram os bastidores da política da capitania e sua ligação com intelectuais europeus e americanos.

De outras regiões, como a Bahia, o Conde dos Arcos falava de novidades botânicas, como o plantio do primeiro salgueiro-chorão no Brasil. Ele e o fazendeiro Felisberto Caldeira Brant Pontes também trocavam correspondências sobre como trazer novas tecnologias para cá, como uma máquina a vapor que naufragou e gerou uma longa negociação em Londres.

Tudo convergia para o Brasil. E todas essas trocas de ideias e informações ajudaram a lançar as bases para a criação do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, formalizado em 1817, um passo fundamental para a futura independência do Brasil.

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A cultura como fonte de ações humanitárias

Fica clara, desta maneira, a importância do Conde da Barca para a história da cultura do Brasil. Por meio da apresentação de sua trajetória profissional, revela-se a aplicação de seus ideais ilustrados. A imensa relevância entre Portugal e o Brasil de seus tantos feitos mostra seu protagonismo como um homem que, apesar de sua notável erudição, ultrapassou os limites do “saber estéril” para aplicar seu conhecimento e desempenhar um papel de atuação social de vanguarda.

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Ressalta-se a grandeza das influências do Conde da Barca em relação ao estabelecimento da cultura escrita no Brasil ao defini-lo como o responsável por romper com a proibição de trezentos anos ao instituir a primeira tipografia oficial e autorizada em terras brasileiras.

Sua cultura fora do comum foi aqui apontada pela menção de suas áreas de conhecimento, expressas na concretude de sua rica biblioteca e, principalmente, de seus tantos contatos pessoais, com quem trocava correspondências constantes, com informações e questões de relevância ao desenvolvimento cultural da humanidade.

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Entende-se, pois, que a cultura escrita deve ser tida como determinante ao comportamento humano, enquanto registro do passado, forma de compreensão de situações contemporâneas e, por consequência, baliza a ações futuras mais humanitárias.

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Por RENATA MUNHOZ

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