A memória popular, a imaterial, não reside em pedra ou papel. É um sopro invisível, um fio que tece o tempo, e seu tear são
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POETAS E POETISAS – Inquieta Luz por J.B Wolf
Já passará a noite, ventos frios e uivos de procuras retardam cada segundo de vida. Tudo passa, tudo se faz. O meu crepúsculo são lâminas
ARTIGOS – As memórias imateriais das festividades da infância no Bairro são Francisco, em Manaus por André R. Fernandes
ANDRÉ R. FERNANDES As lembranças das festividades da infância no bairro São Francisco, em Manaus, formam um patrimônio imaterial que ultrapassa o tempo e
CRÔNICAS – Beethoven não precisa de black tie por Neri Luiz Cappellari
NERI LUIZ CAPPELLARI Todos os dias, ele puxa o seu carrinho recolhendo o lixo. Como ele, existem vários coletores de sucata e de outros
POETAS E POETISAS – O Beijo da Sereia por J.B Wolf
Beija-me! Olha-me! Respira meu ar, Sinta meu suor e… Recolha-se ao seu barco, fujas ao tentar. Não quero inundá-lo de imprudência. Que culpa tenho se
PROSA POÉTICA – A Arqueologia da Alma por J.B Wolf
Subir ao sótão é mergulhar num tempo suspenso, um oceano de poeira banhado pela luz fraca da claraboia. O ar, pesado, cheira a madeira e
POETAS E POETISAS – Quando o Tempo Se Desfaz por J.B Wolf
QUANDO O TEMPO SE DESFAZ Há um lugar onde as horas não passam, onde teu riso ainda ecoa pelas manhãs e eu acordo procurando tua
POETAS E POETISAS – Elegia das Cinzas por J.B Wolf
Levante teu colo, em pestanas úmidas estás … Se foi meu lamento tardio. Olhe aos céus de empoeiradas cinzas, grito em alma empunhada, vigora agora
MINICONTOS – Promessa do chão por J.B Wolf
Sol a pino. Chão ferido. A mãe, com os olhos no céu, tecia uma prece em silêncio. O filho, com os olhos no pó, riscava
CONTOS – O Café Passagem por J.B Wolf
Há exatos sete domingos, Luísa observava o homem da mesa do canto. Sempre o mesmo ritual: ele chegava às 10h12, pedia um café sem açúcar
