Que pelo cajado vimos o poder Pela varra afugenta o inimigo! Nos céus foi preparar uma morada Para os seus escolhidos Quem é ele? Que
Tag: Literatura
Autopoiesis
Nosso potencial é impedido, Ante o fortuito, paralisados, O medo deixa o espírito aturdido, E deletérios numes são incensados. Semiótica do olhar desprendido, Vazios abarcam
Livro acolhe(dor)
Elias José nos traz a “Caixa mágica de surpresa”, É experimentar o que a imaginação pode alcançar E mostra-nos a magia de um parque de
Monocromia
Apenas o lume de alcance infinito aviva a concórdia, desfaz o cenário vestido em nuanças, razões de conflito nas plagas diversas de um mundo precário.
Medo
Aqui, no escuro em que me faço verso, eu grito, grito meu poema ao vento, um quê de vil torpor experimento e encolho-me no susto
Pérfido Monarca
A peste qual aríete na porta, Forçosamente, invade e toma a aldeia. Atinge–a cruelmente, e não se importa O desvairado rei que delineia, Que toda
Cobiçoso
“Ninguém imaginou que o moribundo Guardasse sangue desta vil maneira.” A fala atesta a gana deste mundo, Também, definha aos poucos, a “estribeira” Do lorde,
Artigo 4
Atoada própria de um verso é o seu ritmo. Isto posto, daremos prosseguimento no assunto Ritmo do Verso, fundamental e permanente na arte de compor
A Mulher da Curva da Morte
Os idosos de Rio Branco contam que existe uma linda mulher vestida de branco que aparece na Curva do Tucumã, na estrada que liga a
Tempo
Tempo, tempo, meu querido tempo! Como gostaria que me doasse mais tempo, para ter tempo de fazer tudo que preciso! Como queria que o dia
