Nas horas quentes,
dos desertos
sobre cactos,
alfinetando o corpo,
caminha
a humanidade,
nos sóis da
existência.
não fosse
a ótica crédula
dos meus olhos,
cravada na poesia,
seria ínfimo
o reflexo de mundo,
que me atravessaria.
Por RILNETE MELO
Pindaré Mirim – Maranhão, Brasil
