STELLA GASPAR Estamos quase sempre sedentos de um agradável e duradouro sossego. Há em nós uma busca silenciosa, abrigada no íntimo, pelo repouso da
Autor: Revista The Bard
PROSA – Alma poética entre pensamento e vigília por Rute Ella Dominici
“Não é a contradição que dilacera a alma, é a recusa de habitá-la conscientemente” Ela atravessa a si mesma como quem caminha sobre águas
PROSA – Seguindo pela estrada por Stella Gaspar
Seguindo pela estrada de fazer, o sonho acontecer, escuto o tilintar dos cristais, sentindo a tua ternura ocupando a beleza mais recôndita encontrada na alma
COLUNA ENSAIOS – “A árvore torna-se forte com o vento.” por Stella Gaspar
STELLA GASPAR A imagem da árvore que se fortalece com o vento é uma das metáforas mais potentes do estoicismo. Sêneca nos lembra que
CRÔNICAS – Amélia Moreau e a Sombra por Rute Ella Dominici
RUTE ELLA DOMINICI Escritora, ensaísta, poeta e pensadora, dr.h.c. em Literatura Francesa, fez da palavra um ofício de resistência e autopoiese. Já compôs poemas gastronômicos
CRÔNICAS – Check-up por Neri Luiz Cappellari
NERI LUIZ CAPPELLARI Arquiteto, escritor – faz parte da Academia de Escritores do Litoral Norte (AELN) RS; Instituto Cultural Português; Academia Internacional de Artes,
CONTOS – O Café Passagem – Capítulo 5: Páginas em Branco por J.B Wolf
Recapitulação Capítulo 4: O Segundo Domingo Luísa retorna ao Café Passagem com um livro de Fernando Pessoa. Daniel chega visivelmente perturbado, revelando que não consegue
RAÍZES DE MOÇAMBIQUE – As Línguas Nacionais: Raízes Vivas da Identidade Moçambicana
A coluna Raízes de Moçambique é um espaço dedicado a explorar a rica cultura e as tradições de Moçambique. Nessa edição, você encontrará poemas traduzidos
MINICONTOS – O Jejum da Quaresma por J.B Wolf
Ela prometeu não comer carne na Quaresma. No espelho, seu reflexo come sozinho. Carne crua. Sangue escorrendo. Ela não consegue desviar o olhar. Seu reflexo
RAÍZES DE MOÇAMBIQUE – Desilusão por Bernardo Francisco Salvador
Bernardo Francisco Salvador, conhecido no meio literário poético como Belldryzzez, o poeta perdido, nascido em 30 de maio de 2002, no posto administrativo de Chalaua,

