POETAS E POETISAS – Crepúsculo por Luh Veiga
O sol adormeceu no outeiro A tarde desapareceu Tão mansa, quanto chegou Na penumbra Flores se despedem Dormem no berço da noite. As folhas rastejam






















O sol adormeceu no outeiro A tarde desapareceu Tão mansa, quanto chegou Na penumbra Flores se despedem Dormem no berço da noite. As folhas rastejam
Não quero mais excessos Quero somente o que me for necessário Por onde eu andar não precisarei nem da metade Na vida não cabe acúmulos
(escreve-me Cora Coralina) Sob um sol despido e límpido pelas janelas do vento, cantava em versos sensível aos encantos do amor sempre pertinaz à felicidade.
No alto da colina rochosa, o sol abre as cortinas do crepúsculo colore e se derrama pela varanda do ocaso. No agasalho da sua sombra
E lá vem o Seu José Homem simples, da roça Mas que desde novo trabalhou na cidade Naquela quase vila em que morava Conhecia do
Aquele momento que bate a lembrança De todas as tuas presenças marcadas Não importa a distância Sei que estás presente em mim Em cada hora
Sem encontro marcado Te encontrei E na sutileza do encontro Me encantei Tua alma de alegria Sorrir aos olhos meus E no peito a fantasia
A primavera traz o suave sabor das flores, como a menina moça e a doce camélia, ou o perfume da rosa na pétala madura. Mulheres
Joias raras, fios de ouro diamantes reluzentes traz o néctar em teu seio e a flora em teu ventre. Uma suave serenata ou orquestra em
Fio Há um fio desfiado. Há um nó desatado. Solto da sua meada. Há uma cor desbotada em sua ponta. Sua estrutura parece frágil, mas
