HISTÓRIA DAS ARTES – Museus pelo Mundo
Eu vejo o futuro repetir o passado; Eu vejo um museu de grandes novidades. O tempo não para. Cazuza Iniciando essa narrativa, escuto






















Eu vejo o futuro repetir o passado; Eu vejo um museu de grandes novidades. O tempo não para. Cazuza Iniciando essa narrativa, escuto
Caminhar por Londres é apreciar muita Arte, História, Literatura, por toda parte: desde a arquitetura, às esculturas e jardins. Além dos diversos museus, das incontáveis
Os museus ocupam um campo especial dentro do imaginário popular, mas que não se deva ser confundido como uma valorização do senso comum dentro de
Ô de casa, ô de fora Te vejo como a flor do mandacaru Simples, meiga e muito autêntica És o positivo na criatividade És como
Acordar e procurar ficar feliz Olhando na varanda o tempo com olhos De relógios, marcando segredos. A alma em delírios ecoa sorrisos Chuva, céu branco,
LIVRO: Canções para desviver AUTORA: Flávia Joss “escrevo porque o verso pulsa”: vibrando a poesia musical de Flávia Joss – Uma resenha por Suzane
A base para confiar na intuição é o autoconhecimento, quando conhecemos os nossos medos, nossas paixões, nossos valores, fica mais fácil tomar decisões que estejam
Nada é mais poderoso que uma mulher que se encontra com o seu próprio mar. Da maresia que se segue, aos goles salgados, etílicos, doces
Era só mais quinta ensolarada De vento refrescante, só mais uma tarde de primavera. Dessas comuns. Era uma simples quinta feira, na qual acordamos cedo
Arnaldo Júlio Barbosa (poeta centenário), Nascido em 07/11/1918 em Pedro Avelino/RN, é repentista, cordelista, autor, compositor e intérprete. Foi casado com Francisca Dalva de Araújo,
