CRÔNICAS TONS DO COTIDIANO – A última flor – sobre a sabedoria da natureza
Na sociedade atual, regida pelos prefixos ultra e hiper, tais como hiperconexão, ultravelocidade, facilmente perdemos a referência dos ciclos da vida, ou seja, desde a






















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Balbina Manica, nascida a 31 de julho de 2004 em Maputo, Moçambique, Balbina Manica descobriu sua paixão pela poesia e literatura aos 10 anos, encantando
A cultura popular no Brasil é marcada por fatos e personagens reais, que por vezes são cercados de folclore, como o cangaço que ocorreu no sertão nordestino
Pedi a uma amiga que revisasse e comentasse um livro de poemas que estava preparando para publicação. Muito generosamente, ela não se furtou à tarefa
A língua que traremos nesta edição, é o Tsonga ou shiTsonga é um idioma nigero-congolês da África austral. É uma das línguas de Moçambique, e
Não escrevo com a mão. Escrevo com o que sobra quando o peito não aguenta mais guardar. Com o que lateja na nuca, com o
Eran las siete de la tarde cuando ingresamos a la antigua sala de teatro. Varios testigos habían indicado haber sido atacados por duendes mientras se
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Porque escrevo? Já me perguntei muitas vezes a esse respeito. Quando escrevo, dispo-me e me mostro por inteiro. Não existem curvas, não existem subterfúgios, não
“No Nordeste, cada pôr do sol é uma obra de arte.” Autor desconhecido Arte e nordeste se fazem conexão, e perpassam gerações. São nove
