PROSA POÉTICA – O equilíbrio do barco por Betânia Pereira
Caminhei, caminhei até a beira da praia. Ali sentada na borda do barco vi e sentir: vi a gula humana pintando de arco-íris os monstros






















Caminhei, caminhei até a beira da praia. Ali sentada na borda do barco vi e sentir: vi a gula humana pintando de arco-íris os monstros
Levante teu colo, em pestanas úmidas estás … Se foi meu lamento tardio. Olhe aos céus de empoeiradas cinzas, grito em alma empunhada, vigora agora
Como eu queria que ele lesse meus poemas E que entendesse que neles eu coloco todo o amor que por ele sinto Como eu queria
Sin Pedir Permiso El amor no toca mi puerta Porque el amor vive en mí. él simplemente entra, Sin pedir permisos Y llena mi vida.
O poeta morreu, deixou-se levar seu último suspiro. Tragou a ponta do cigarro que queima seu dedo e foi, Desapareceu nas entrelinhas, nas folhas amarelas
Venho do Egito, sob Ma’at fui criada… Sou Sekhmet, deusa leoa, “A poderosa”. Para combater toda a injustiça planejada Pelo deus Seth, sigo rugindo imperiosa…
Quando ela olha pro céu, Ela não vê apenas estrelas. Ele vê o infinito, tristezas, Alegrias, amores antigos… Quando ela olha pro céu, Ela não
Nosso amor declarado sobre as pontes suspensas Cobertas de flores e madeira perfumadas Abençoado pelos céus e contemplado pela beleza da natureza viva que nos
Hipnotizas a mis desdenes con tu mirar, en inmensa banalidad delirante. Musa abnegada de mi rimar Con tu profunda sonrisa hilarante. Cuestionas mi prosa con
Atitudes inconscientes inconsequentes No cotidiano de determinado dia Nem cuidado nem zelo nem primazia Maculam Machucam prementes entes Corrói pensar em hora vivido Insensível momento
