FÓRUM DO SONETO – Tempo de Chuva por Luciano Dídimo
As nuvens reunidas às escuras, Pincelam a manhã de cor cinzenta, Os ventos abrem alas à tormenta, Raivosos, sem fazer quaisquer mesuras. A chuva cai






















As nuvens reunidas às escuras, Pincelam a manhã de cor cinzenta, Os ventos abrem alas à tormenta, Raivosos, sem fazer quaisquer mesuras. A chuva cai
Tempo de reabrir velhas janelas, Deixar o vento entrar com novas cores, Tempo de repensar velhos valores, Deixar, por fim, partir as caravelas. Tempo de
Como prometido na Edição anterior da The Bard – Março e Abril, aqui na Coluna do FÓRUM DO SONETO, trataremos sobre o assunto que auxilia
Em meio à multidão, senti que alguém me cumprimentou. Não há espaço à dúvida, foi comigo. Olhei à minha proximidade, e não havia ninguém em
RESENHA LIVRO CONTEMPORÂNEO O Feitiço de Elora Uma história que fala sobre o amor proibido, ou então a famosa expressão paixão platônica. Oliver, um funcionário
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É dizer sim à ela e ao outro É receber com alegria a um recém-nascido É dizer sim a um forte abraço É não querer
