Descobri-me Poeta
As palavras me foram um prenúncio de liberdade… permitiram doer por dentro, em mim, no fundo, a maldade, assim como fizeram do despertar de mãos,






















As palavras me foram um prenúncio de liberdade… permitiram doer por dentro, em mim, no fundo, a maldade, assim como fizeram do despertar de mãos,
O interfone toca Da frente pra tela do computador, ouve ela aquele som estridente e quase desconhecido Não se apressa, levanta pra atender sem pensar
Cinzas nuvens de céus encharcados, lindas faces de olhos aguados, frio na pele dos corpos molhados, arrepios intensos dos ventos soprados. Sucessivos que se confundem,
Um ser caído entre os escombros de si Mesmo, após esmurrar as paredes que Engaiolavam sua sede de viver Aquele amontoado de partículas que Constituía
Na minha velha habitação posso me desnudar da armadura Despir os anseios que me tomam o peito a cada novo nascer do dia Permitir que
Sou como rochas, sofro desplacamentos. Partes de mim se desprendem e deixam ir tudo que não se prende mais a mim. Sofro intempéries que dilatam
Crês que o amor é como montanha? Solidez de rocha? Pois que se parte Por abalos sísmicos Rachando as entranhas Separando vidas De novo renovo
Livre pensar, formatura em desejo em expressar Triste julgar, causa dano em solo a semear Frutificar a fonte de forte desejo Inspira ensejo, de um
Salvem meu coração! Respostas não obtive, mesmo que gritasse e rasgasse as cordas vocais, o silêncio foi sepulcral. Dia após dia, a dor fria e
Você fica linda Você se transforma em uma flor de Lótus Você diz que ama amar Você só pensa em seu amor Você escreve poesias
