O Ritmo No Verso
Como prometido no artigo anterior, na edição da THE BARD – Novembro/Dezembro, aqui na Coluna do FÓRUM DO SONETO, indo direto ao ponto, daremos continuidade






















Como prometido no artigo anterior, na edição da THE BARD – Novembro/Dezembro, aqui na Coluna do FÓRUM DO SONETO, indo direto ao ponto, daremos continuidade
… Pois nessa dimensão monocromática, De forte realismo – estranho estágio -, Confuso, pelo onírico apanágio, Prossigo, vivo, em lógica automática! A vívida pressão psicossomática
Levando ao mundo mais sabedoria, Os livros, como relicários santos, Espalham Luzes nos vitais recantos, Fortalecendo os Sonhos e Alegria! Em cada aberta página irradia
Envelheceu feliz como se fosse um vinho, um sonho, uma quimera ou simplesmente a vida, na solidão que brota a cada despedida voltando a ser
A casa só existe em pensamento e a cola engana um ventre que suplica migalhas de qualquer um alimento na extrema fome que se multiplica.
Caminho pelos campos… e a saudade Invade-me (revivo a nossa história)! Relembro, passo a passo, a trajetória, As juras para toda a eternidade, Do nosso
Reza a lenda do Sertão Que o grande rei do cangaço O famoso Lampião Não dava a torcer, o braço. Numa rixa, a confusão Gerava
Quem dera fosse assim, e o mundo visse! E o gládio da ganância então cessasse, deixando de existir qualquer impasse que nasce, certas vezes, por
Em fantasia, viverei (confesso!) pela avenida a desfilar, bailando. É carnaval! O festival chegando… Toda tristeza decretou recesso. Pela folia, extravasei o excesso desses estresses
A primeira vez que eu vi o mar eu não estava sozinho. Estava no meio de um bando enorme de meninos. Nós tínhamos viajado para
