PROJETO FÊNIX – Saudade por Gorete Matos
A saudade mais doída foi quando me ausentei de mim mesmo Foram dias de buscas, angústias e muito medo. Mas, me encontrei e o reencontro






















A saudade mais doída foi quando me ausentei de mim mesmo Foram dias de buscas, angústias e muito medo. Mas, me encontrei e o reencontro
Ah, o Natal! O Natal sempre tem Aqueles filmes Aparentemente bobos De uma vida perfeita, Luzes e cores natalinas. Têm até aquelas cartas Que hoje
A minha saudade não ameniza E nem melhora As lágrimas no banho não diminuem Quando fecho o chuveiro A despedida não fica mais fácil a
Que tempo é esse, de amar? Chega, nos envolvendo, devagar… Que nele, tenhamos paz e união. Que na nossa comunhão Conosco, com o mundo, com
E o Natal chegou! E com ele um ano novinho para gente. Um ano novinho para ser feliz. Fecha um ciclo e lá vem outro!
Nestes versos vou tentar Definir o que é a vida Os mistérios que nela há Para que seja bem vivida. É a natureza e sua
Esperamos o ano inteiro Para que chegue logo o período Das festas de final de ano. Durante todo o ano corremos muito Mal temos tempo
As luzes estão a brilhar, Não há hora para apagá-las. Na Noite da Estrela de Deus, A profecia se cumpriu, a estrela se fez menino,
Brindemos a nossa sobrevivência, somos herdeiras ancestrais mulheres importantes mulheres que preferiram morrer ao continuar escravizada, venceram combate tomaram quilombo estiveram em linha de frente
A estação onde se encontras Tem inverno e tem verão. Nosso caminho é um processo Não aceite sobreviver Viva e deixe viver! Manifeste a gratidão!
