SONETO – Preservação
No meu quintal, após raiar o dia, Encontro, sempre, um beija-flor-tesoura, De cor azul em pose duradoura, Pousado em um cordel com galhardia. De vez






















No meu quintal, após raiar o dia, Encontro, sempre, um beija-flor-tesoura, De cor azul em pose duradoura, Pousado em um cordel com galhardia. De vez
Não fora bom jogral, truão burlesco, Às cortes encantando, com mesuras, Fazendo rir diversas criaturas Jamais se tornaria gigantesco. Zombando de si próprio, bufonesco, Em
Mirando a perfeição que revigora, faminto, meu olhar se delicia no verde da gentil tapeçaria bordada pelas flores nesta aurora. Um beijo apaixonado leva embora
No teu jardim apaixonante assumo as emoções de um beija-flor festivo e, quanto mais mergulho neste sumo, mais avidez dentro de mim cultivo. Tua efluência
O vate fabula, altera o sentido? Será que reprime e nega a rotina? Presumo que busca o sol que ilumina e a força que eleva
Em busca do passado que sorria, contemplo a tua face e surge o grito: –Amor, jamais me esqueça, eu necessito das horas de aconchego e
Chegando ali, após tomar assento, O grupo emudeceu por um instante; Mas logo todo mundo, radiante, Queria defender seu argumento. Um deles disse: vejam! Um
Estamos em dezembro, em clima de união, A confraternizar o ciclo que termina; A luz de um novo tempo, a aurora, descortina: Paremos para ouvir
Desde criança respondia “ser artista” para a tão famosa pergunta “o que você quer ser quando crescer?”. “Não tinha noção do que era ser artista
Formada em Matemática, Pedagogia e Especialista em Contação de Histórias, acredita no poder transformador da educação. A busca por aprender sempre mais, em todos aspectos
