CONTOS E MINICONTOS – Mácula social por Fagner Rocha
Os primeiros sinais eram como explosões de violência por qualquer coisa besta. Um olhar de canto de olho, um






















Os primeiros sinais eram como explosões de violência por qualquer coisa besta. Um olhar de canto de olho, um
Há um sonho que me rapta desde a adolescência. Muitas vezes ele me deixa acordar e apenas me conforta, como se fosse um sonho qualquer.
Eu não fiquei assustado, nem em pânico: o que tomou conta da minha mente foi o verdadeiro e puro horror. Aquele era eu. E não
Sobre angústias e conflitos da própria aceitação de como se é, se apercebe o jovem num jardim desértico sem se julgar um cravo, sem
Raimundo estava no seu bar de sempre. Bebia pouco e comemorava discretamente os resultados de seu time. As grandes alegrias eram reservadas aos jogos da
Respirei fundo e contei até dez. Fechei as janelas e as brechas para a tristeza. Estou cansada mas não posso parar. Amanhã será diferente e
As 15h:30min a D. Marluce estava sentada num banquinho em frente a sua casa, o Sr. João achou estranho, pois aquilo não era comum. –
“Um passarinho me disse que a República está a vir… …olhem ela, a galope!” Essa era a assertiva diária do acanhado menino que conversava com
“Quando estamos juntos, nossos relógios se escondem, nossos silêncios se escutam, nossos murmúrios nos invadem, como folhagens florestais com linhas sensuais em dias de verão”.
Era uma tarde de verão, e o calor escaldante invadia minha pele. Caminhava pelas ruas da cidade com o peso das lembranças e o vazio
