POETAS E POETISAS – Rasgada por Patrícia de Campos
Rasgou-se o verbo, sem meias palavras E as cartas foram colocadas às claras O que temia, revelado sem piedade Acabou o amor, então, já vai






















Rasgou-se o verbo, sem meias palavras E as cartas foram colocadas às claras O que temia, revelado sem piedade Acabou o amor, então, já vai
A pele alva cheira a leite de rosas Em pelo, o que atrai para o toque Fala ao pé do ouvido o amor em prosa
Viver é constante pulsar de sentimentalidades, de curiosidades incompreendidas, da loucura lúcida abafada por silêncios convenientes, mas que torturam o ranger cardíaco e se diluem
Um verso de alegria ao outro contagia, pinta o nariz e é feliz, descomplica e multiplica, solta o riso e espalha sorrisos, sentimentos primitivos, quebra
Pai tu que habita nos altos dos céus Venho por estas horas Senhor Pedir que venhas cuidar dos seus A nossa vida vai de mal
A flor ainda vai Florescer
A música que soa, Nos meus ouvidos, Bate silêncio,
Desvio De mim mesma, Me perco, Sem Cor. Sem Ar, Sem ação. Levo-me A ser neutra. Noutra noite, Escureço-me, Esmaeço, Em contra (part) idas, Firmo-me
No jardim da caminhada O semear do poeta poucos podem compreender A não ser outro poeta As palavras são invólucros que contém seus sentimentos seja
História, Artes e Humanidade, três palavras que resumem a atuação de Dom Alexandre no Brasil. Embora esteja há mais de mil anos de distância do
