POETAS E POETISAS – Outrofobia
Encontros? Solidão compartilhada Lares? Campos de batalha Posturas geniosas Verve autoritária Nos ombros alheios Uma ominosa carga Nos dedos postos em riste Holocaustos de indiferença






















Encontros? Solidão compartilhada Lares? Campos de batalha Posturas geniosas Verve autoritária Nos ombros alheios Uma ominosa carga Nos dedos postos em riste Holocaustos de indiferença
O silencio talvez não seja a ausência ,a falta de som, pode ser a palavra dita, vazia, perniciosa, em seu terrível tom. Silencio, perceptível denso,
O seu nome ecoa, perenemente, No fátuo panteão da liberdade. Por sua luta audaz, intermitente, Por valores caros da humanidade. Rótulos e injustiças, renitente. E
Os Contos da vida, Um fecho no amanha Entre o saber e o não Um ontem de banze-los (pensamentos) Que no amanhã Brota abordo Os
Sabe aquela dorzinha Que só você sente Começar dentro do peito Invadir ventre e estômago Necessitando acalanto? Uns a chamam dor de AMOR Outros dizem
Esse que de mim faz desdém No coração não desejo tal sentimento Queria expulsá-lo para outro lugar Ah! Se do meu peito o levasse o
As portas se fecham As luzes se apagam Um ser de Luz no palco começa a Brilhar Seus olhos estavam fechados Sua boca estava selada
Minha terra tem primores: Cerâmica, bordado e mel Tem a serra da Passira Cujo topo alcança o céu Minha terra tem pessoas Pra quem eu
A nossa perdição é o pecado Que nos escraviza com desejos momentâneos E paixões desenfreadas Deus não quer isso! Nosso chamado amor é interesseiro e
No piscar de um olhar A vida se vai Ontem abraços foram dados Hoje foram tirados Ontem juntos sorrimos Hoje sozinho choro O vazio é
