VAI UM LIVRO AÍ?
Olá leitoras e leitores da The Bard! O ano já é 2023 e que tal, novas experiências? Muito se fala em promessas e metas de






















Olá leitoras e leitores da The Bard! O ano já é 2023 e que tal, novas experiências? Muito se fala em promessas e metas de
Minha pele amanheceu seca Diante do espelho uma ruga que antes não tinha Uma pinta que eu não conhecia Os olhos caídos e cansados Não
Em fragmentos de mim eu conto decepções rasgos despedidas peças de encaixe perdidas desmonto entremeio de rendas, vazados deixados tempo as ruiu abrindo frestas entre
Levantei cedo aquele dia. Três da manhã era uma hora de sono ainda. Mas lá estava eu com os olhos espertos na escuridão do quarto.
Ainda é difícil de acreditar: Um dia “ser” e no segundo seguinte “era” Conjugações verbais esquisitas… Parece irreal Deveria ter um nome para o sentimento
Éxodo 25:10-22 “Haz un arca de madera de acacia, de dos codos y medio de largo, un codo y medio de ancho, y un codo
Conversávamos e, nesse momento, ela apenas me ouvia. Eu lhe falava sobre alguns medos, frustrações e que talvez até desistisse de amar novamente. Ela perguntou
Recomeço… Recomeçar… Às vezes fazer de novo. Nem sempre fazer o novo Pode ser um remendar Unir dois pedaços Recriar O fato é que recomeçar
Ah, os quadrinhos… Nunca saem de moda, não é? São como aquelas peças de roupa clássicas, camisa branca, jaqueta jeans, tubinho preto, que recebem novos
Movimentos ingênuos que não percebemos. Existência que dança mal-intencionada. Linda, louca, feliz… Verdade? E a facilidade é pra sempre? Resumidamente, isso se chama Moça, Leite
