PROSA – In pensamentos por Poeta Sem Cura
A ironia de um palhaço triste é a representação perfeita de um ser que obrigou seu corpo a assumir as vestes que dele se esperavam






















A ironia de um palhaço triste é a representação perfeita de um ser que obrigou seu corpo a assumir as vestes que dele se esperavam
Um dia Vou me vestir de velhice E ver minha pele ficar enrugada. Serei a velha tatuada! Dando graças a Deus, Que o Tempo não
O leitor já viveu uma daquelas situações em que não sabe mais separar ficção de realidade? Pois é, eis o que me aconteceu: Estava eu
Eu tremo de frio e desejo. O vestido leve, sem nada por baixo, desenha meu corpo em cada detalhe quando a brisa fria entra pela
“O Valor das Pessoas”, de Sandro Gonzalez Fazendo a gestão de pessoas há tempos primeiro como CEO da Transpes e agora como conselheiro e outras
Meus poemas, São partes de mim São pedaços de minha alma, do meu coração e da imensidão dos sonhos meus! Escrevo, Enquanto, tenho uma infinitude
Tem cuidado caçador Que lá vem DONA CAIPORA Que tem pelo cabeludo Não tem chapéu, nem espora Mas monta um porco do mato Se és
Com o coração no lugar das amigdalas ele caminhou pela floresta. Os uivos, pios e chiados noturnos daquele vernáculo cacofônico parecia prometer que mastigaria sua
Eu vou pôr todo mundo no fundão do coração Para não correr o risco de esquecer alguém Todos são grandes amigos, são meus irmãos Meus
O pensamento limpo Equilíbrio na certa Atitudes de gratidão Com amor no coração. Gesto rico e nobre Aquele que o recebe Tranquiliza e suaviza Gratidão
