POETAS E POETISAS Fecha os olhos, neguinha! Por Fernando Manuel Bunga
Fecha os seus lindos olhos castanhos Faz de conta que eu estou aí Bem do seu lado Segurando as suas mãos macias Como uma criança






















Fecha os seus lindos olhos castanhos Faz de conta que eu estou aí Bem do seu lado Segurando as suas mãos macias Como uma criança
Escrevo essa crônica em um dia muito importante para o país, 02 de outubro. Mas não se preocupe! Não gastarei minhas laudas registrando um discurso
ESPECIAL – VENCEDORES DO DESAFIO DO MICROCONTO Era bom o café da manhã, levado na cama. Você, aquele café quentinho, e aquele bolo que tanto
Acusam-me de excessos, de luxúria, de usar sorriso ardil e olhar de assédio. Afundam-me num mar de tanta injúria, que o lodo da desonra ofusca
Você é o mais puro e belo sentimento Que pude um dia viver, A mais bela melancolia infinita dor. Vezes inexistente, vezes presente. Mas sempre
Deitar-se na Terra dos deuses Acordar com a deusa da sabedoria Descobrir com os deuses gregos Que na natureza há magia Aos sentidos entregar-se Despertar
Aperta-me o peito Imaginar crianças dormindo no relento E reis em monarch vi-sping Inocentes na prisão E ladrões em liberdade Enfermos lutando pela a vida
Noite de dezembro Numa canção saudosa de paz Celebro tua chegada Com versos agitados Presente empacotado O peru já tá assado Árvore enfeitada O pisca-pisca
Mergulhei Nas tuas águas Revivi Toda arquitetura Numa fotografia Da rua 16 Caminhei Nas tamarineiras Resolvi Te olhar da ponte Antes que alguém conte O
Hoy te escribimos para contarte el nuevo camino que emprende Universo de las Artes. Si bien seguimos trabajando con los artistas visuales, ahora nos proponemos
