RECITA-ME – Descobri, que não sei falar de amor por Joana Pereira
Descobri, que não sei falar de amor. Das frescuras do coração Apenas o sei sentir, Mas expressá-lo não. Descobri, que não sei falar de amor.






















Descobri, que não sei falar de amor. Das frescuras do coração Apenas o sei sentir, Mas expressá-lo não. Descobri, que não sei falar de amor.
Estar como morta Sem dizer o que Deve porque não sei Não sei a cor Que existiu quando Chorei Uma palavra que Nunca falei diante
Quisiera escribir las líneas más hermosas para ti, más no existen palabras para describirte, pues al amanecer le falta tu sonrisa, Ya la primavera florecida
Mulher, sensação de amor febril Cuidado caliente, aura envolvente Saciar no colo, afago fértil Alma alimentada, dorso de leite Sofre a dor da adolescência Enfrenta
Olores naturais, revigorantes, Dispersos pela brisa da beleza Que volta após o inverno de tristeza, Inundam vales, serras, e vazantes. A fauna vê seus membros
Entorpecido o cérebro procura Tredas procelas, antes navegadas, Em vastos oceanos revoltadas, Que o homem do mar enfrenta com bravura. Ignotos mares forjam a aventura
Ouvindo uma canção, E as lembranças brotando no coração, Histórias que vivemos, Histórias que devemos viver. Coisa que eu gosto de fazer, Te acontecer, Percorrer
quando o badalar do relógio a meia noite anuncia difícil é conter a euforia do alto desce a Passista vestida em sua alegoria minuciosamente feita
Nesse cantinho da coluna, convido profissionais ou amantes da dança a trocarem alguns passos comigo. Trazemos à baila projetos e testemunhos sobre essa arte. Para
A cada edição um novo desafio! Você está preparado para usar seus poderes cinematográficos e, por que não, mediúnicos, a fim de descobrir qual é
