FIO DE ARIADNE – Cuidado com os altores
Luís Fernando Veríssimo possui uma crônica divertidíssima intitulada “Cuidado com os revizores”, dessa forma mesmo, com “z”. Isso porque eles, os revisores, podem ser os






















Luís Fernando Veríssimo possui uma crônica divertidíssima intitulada “Cuidado com os revizores”, dessa forma mesmo, com “z”. Isso porque eles, os revisores, podem ser os
De minuta partiu saudade em memórias tuas emerso em vão denuncio tristeza. Mil choros insinuam enquanto, anseio um luar novo. Convinha mesmo: Um sinal, um
Não sejais indivisa Como a faísca Por Deus rogo, Clementina Rogo! Eu sou o dono Do meu amor por ti, Não me negues Clementina De
O sol adormeceu no outeiro A tarde desapareceu Tão mansa, quanto chegou Na penumbra Flores se despedem Dormem no berço da noite. As folhas rastejam
Não quero mais excessos Quero somente o que me for necessário Por onde eu andar não precisarei nem da metade Na vida não cabe acúmulos
(escreve-me Cora Coralina) Sob um sol despido e límpido pelas janelas do vento, cantava em versos sensível aos encantos do amor sempre pertinaz à felicidade.
No alto da colina rochosa, o sol abre as cortinas do crepúsculo colore e se derrama pela varanda do ocaso. No agasalho da sua sombra
E lá vem o Seu José Homem simples, da roça Mas que desde novo trabalhou na cidade Naquela quase vila em que morava Conhecia do
Aquele momento que bate a lembrança De todas as tuas presenças marcadas Não importa a distância Sei que estás presente em mim Em cada hora
Sem encontro marcado Te encontrei E na sutileza do encontro Me encantei Tua alma de alegria Sorrir aos olhos meus E no peito a fantasia
