Confiança
Já te confiei coisas grandes Já te falei segredos que nem a mim mesmo confiei Já tentei depositar todo meu amor em ti Já vivi






















Já te confiei coisas grandes Já te falei segredos que nem a mim mesmo confiei Já tentei depositar todo meu amor em ti Já vivi
Que pelo cajado vimos o poder Pela varra afugenta o inimigo! Nos céus foi preparar uma morada Para os seus escolhidos Quem é ele? Que
Nosso potencial é impedido, Ante o fortuito, paralisados, O medo deixa o espírito aturdido, E deletérios numes são incensados. Semiótica do olhar desprendido, Vazios abarcam
Elias José nos traz a “Caixa mágica de surpresa”, É experimentar o que a imaginação pode alcançar E mostra-nos a magia de um parque de
Papoila obstinada, Na tempestade e nos ventos fortes És resistente aos pequenos nadas, Floresces em tudo, até entre mortes. Frágil e bela, Esvoaças ao sabor
Apenas o lume de alcance infinito aviva a concórdia, desfaz o cenário vestido em nuanças, razões de conflito nas plagas diversas de um mundo precário.
Aqui, no escuro em que me faço verso, eu grito, grito meu poema ao vento, um quê de vil torpor experimento e encolho-me no susto
A peste qual aríete na porta, Forçosamente, invade e toma a aldeia. Atinge–a cruelmente, e não se importa O desvairado rei que delineia, Que toda
“Ninguém imaginou que o moribundo Guardasse sangue desta vil maneira.” A fala atesta a gana deste mundo, Também, definha aos poucos, a “estribeira” Do lorde,
Atoada própria de um verso é o seu ritmo. Isto posto, daremos prosseguimento no assunto Ritmo do Verso, fundamental e permanente na arte de compor
