PROSA POÉTICA – O retrato da solidão poética por Jeane Tertuliano
Em um quarto silencioso, onde as sombras dançam ao ritmo das velas tremeluzentes, a poeta se encontra imersa na essência solitária que é sua companheira






















Em um quarto silencioso, onde as sombras dançam ao ritmo das velas tremeluzentes, a poeta se encontra imersa na essência solitária que é sua companheira
FILME: Somos o que somos Em sua pequena cidade, os Parker são conhecidos por sua descrição e reclusão. Por trás das portas fechadas, o pai,
Há muitas coisas que as pessoas acreditam que eu não vejo ou que eu não entendo… com base em qual premissa eu já não sei,
Não é de hoje que a sociedade exclui os diferentes do padrão instituído como normal e os marca com o estigma do indesejado, do incapaz
A beleza da noite esconde um segredo, também os prazeres disfarçam o medo, estranha e bela a lua, isso eu notei enquanto andava na rua.
Cá, eu estou incrédula de mim, Se pudesse recordar… Ah! Se pudesse reviver… Mas rompe em meu peito um soluço solitário. Estiga-me* a permanecer
Enclausura em ti minha não sorte, Sussurras em noites infinitas, Qual voz confina taciturna morte? Urra teu viril verbo em trêmulas finitas. Captura minha livre
Falar, sobre o Calçadão de Copacabana no Rio de Janeiro/Brasil, é uma honra! Como carioca amo minha cidade. Cidade esculpida por Deus, cercada por morros
ANA PRETA Mulher, negra e pobre, no interior do Brasil do século XIX, acompanha o marido soldado à guerra do Paraguai, a pé, por mil
Na penumbra de uma biblioteca esquecida, repousa o enigmático Livro Fantasma, cuja capa surrada e páginas amareladas guardam segredos obscuros. Cada folha exala aromas de
