PROSA POÉTICA – Ode às Vozes Cristalinas por Rute Ella Dominici
A garganta da cascata se abre em canto. As vozes visitam os azuis, vagam no vasto vazio, vislumbram à vista onde lá moram encostadas. Vêm






















A garganta da cascata se abre em canto. As vozes visitam os azuis, vagam no vasto vazio, vislumbram à vista onde lá moram encostadas. Vêm
O véu nebuloso dança e se esvai, no palco deserto, o silêncio recai. No centro, um bilhete em letras douradas: “Me encontrei na última nota
J.B Wolf Poeta, Escritor e Bardo ENTREVISTA: 1 REVISTA THE BARD: Se seu nome fosse um verso, qual seria? O que te lançou
Filme: A Pele Que Habito A Pele Que Habito é um filme espetacular dirigido por Pedro Almodóvar, a película espanhola é um drama e suspense
Em tua pauta Desnudo musicalidade, silêncio como pausa de semínima. Gravo em tua pauta, notas do teu timbre soando acústica. Ruídos harmônicos, siluetas e gemidos
Escrever prosa poética é habitar a linha tênue entre a exatidão da prosa e o delírio do verso. É esculpir palavras como quem talha vento,
A proposta da coluna “Nem Te Conto” reflete a capacidade de se captar a essência da vida cotidiana, traduzindo-a em breves narrativas, mas impactantes. Para
Francy Nando MAPAPA é pseudónimo de Francisco Fernando Luís Joaquim, um poeta e cronista. Nasceu e reside na Província de Gaza, Moçambique. Despertou o gosto
Eu brindo. À vida que sussurra nos ventos, À coragem que floresce em cada passo, sustentando degraus de madeira viva, entranhada de histórias, sonhos e
LIVRO: Colocaram no meu café AUTORA: Deise Pontes Colocaram no meu café: a escrita fervente de Deise Pontes Mulher não é um gênero,
