PROSA – Eu nunca morri por Joaquim Cesário
A morte tem um sabor doce que não conheço, nenhuma vez da sua boca ainda beijei. Dela apenas sei os seus cheiros, respirados nos velórios






















A morte tem um sabor doce que não conheço, nenhuma vez da sua boca ainda beijei. Dela apenas sei os seus cheiros, respirados nos velórios
RESSONÂNCIAS DO FOLCLORE NA POESIA INFANTIL BRASILEIRA Considerações Iniciais O folclore sempre foi fonte de inspiração para os mais diversos discursos artís-ticos, uma
A cada edição da Revista The Bard um desafio é lançado na coluna “E aí, qual é o Filme?” E na 20ª Edição não poderia
Oi! Nem sei o seu nome … Como foi? Aconteceu? Se a gente se encontrasse … Como saber? Quis só ficar, deixar Será que andei
O sábio saiu para ver o mundo, e ficou confuso conhecendo coisas loucas. Confundiu “pessoas fazem coisas” com “pessoas são coisas”. Então, jogou algumas pessoas
Assombração Existem alguns fenômenos que nem a ciência ou a religião consegue explicar. A existência de seres fantasmagóricos divide opinião até hoje, muitos acreditam, outros
Partiu prematuramente a mulher que gestou grandes quimeras. Doou-se tanto às causas alheias que percebeu tarde demais o padecimento de si mesma. Não soube determinar
Sou dada a sozinhez desde criança e, a princípio, não era fidedigno o meu anseio. O desamor advindo das falsas companhias, me fez refém da
Vejo as fotos na parede e penso nela: -As fotos mentem, Pois não vivi o tempo que era – agora não é – nem sei se
Na penumbra da noite e silhueta das velas, aprisionaram em suas próprias correntes. Por J.B WOLF
