POETAS E POETISAS Brado retumbante por Sibelle Holanda
Há tempos sinto esse engasgo na garganta Esse nó cego que não quer desatar Dos descasos que há por lá E a dor do despertar






















Há tempos sinto esse engasgo na garganta Esse nó cego que não quer desatar Dos descasos que há por lá E a dor do despertar
Eu quero tudo com você Quero te dar o melhor Da minha felicidade Eu quero você Bem perto de mim Sentindo lindos sentimentos Que me
Amealhar fortunas de paciência Buscar tesouros da consciência Justiça e humildade na rogativa Perscrutar a estrada iluminativa Não ficar à cata de recompensas Repartir os
Seu encanto não vem De roupas e make caras, Ou de horas num spa, Ou ainda de diplomas De universidades famosas, Nem tão pouco De
Dar-te-ei um adeus Nunca mais em minha vida Quero ver-te e abraçar-te, Serei ausente com relação a você. E assim viverei, nunca mais Direi volte
Durante nossas vidas ganhamos pessoas de presentes em nosso caminho, Pessoas que nos acompanham por pouco ou longo tempo, Pessoas que fazem das pequenas coisas,
Caminhei por caminhos tortos Caminhei por estradas desertas Caminhei por trilhas estreitas. Caminhei por becos e vielas Caminhei por ruas e alamedas Caminhei por serras
Catadora de papéis, de origem humilde, sem joias ou anéis. Mãe solteira de três filhos, morou na favela do Canindé, mas com dedicação e fé,
Havia uma casa fincada em um jardim de papoulas com janelas de madeira esverdeada e eu mesmo nela morando Naquela casa havia um menino que
Desde a revelação do amor fecundo; Ser mãe é a hipérbole consumada; De paciente em a maior dor desse mundo; À médica da sua prole
