CRÔNICAS – Três ou nove por Rafaela Navas
Uma pergunta simples, você prefere um três ou um nove? Sem dúvidas responderá que um nove é claro, quem seria o doido de preferir um






















Uma pergunta simples, você prefere um três ou um nove? Sem dúvidas responderá que um nove é claro, quem seria o doido de preferir um
O galo cantou na manhã encoberta, e assim, despertei no minuto esquisito. Horário em que o sol aparece e desperta. Abri a janela no escuro
Eu não sei de nada, mas me pergunto às vezes; será que consigo mesmo sabendo de tudo te amar? Eu não quero isso jamais, não
Decidi navegar um pouco pela infância, como tudo era novidade repleta de magia, talvez não o seja para todos, infelizmente há infâncias que marcam pela
O fim do começo Ouço o voz do silêncio Bem lá no fundo do ser Traz um recado profundo Do que nunca vou saber Qual
Amo com todo o meu ser Na entrega das palavras carregadas Do sentir revelado em segredo Apenas para ti me faço Vênus E vivo a
No Bosque Tempo, onde árvores bailam ao sabor das estações, há tempos. Tempos que se contemplam, que se complementam, que se harmonizam. Há vezes de
Queridos leitores, poetas e poetisas, sejam bem-vindos a 17ª Edição da Revista The Bard! Deleitem-se com esta belíssima Coluna que nos conecta a poesia que
Em casa temos o costume de rever livros e revistas que habitam as estantes. São enciclopédias, coletâneas, edições de livros antigos, modéstia parte os melhores.
Casa que vive fechada Serviu de muita morada. Já viu os meninos nascer, E os velhos morrer. Traz reminiscência e história! Conta com os anos,
