DESAFIO POÉTICO Recomeço por Rute Ella Dominici
Não digo de voltas por cima não falo de perdas preenchíveis nem ouso pensar substituições sonhos rarefeitos como frestas Pensar que dos fracassos e declives






















Não digo de voltas por cima não falo de perdas preenchíveis nem ouso pensar substituições sonhos rarefeitos como frestas Pensar que dos fracassos e declives
Para de se esconder da sua profundidade mergulha nesse mar todo que você é se veja, se olhe, admire e se entregue totalmente na imensidão
Reinicio o dia com ontens acumulados nas costelas e em meu sangue correm hemácias, leucócitos e poesia Persevero em mim o que de mim restou
Olá leitoras e leitores da The Bard! O ano já é 2023 e que tal, novas experiências? Muito se fala em promessas e metas de
Minha pele amanheceu seca Diante do espelho uma ruga que antes não tinha Uma pinta que eu não conhecia Os olhos caídos e cansados Não
Em fragmentos de mim eu conto decepções rasgos despedidas peças de encaixe perdidas desmonto entremeio de rendas, vazados deixados tempo as ruiu abrindo frestas entre
Levantei cedo aquele dia. Três da manhã era uma hora de sono ainda. Mas lá estava eu com os olhos espertos na escuridão do quarto.
Ainda é difícil de acreditar: Um dia “ser” e no segundo seguinte “era” Conjugações verbais esquisitas… Parece irreal Deveria ter um nome para o sentimento
Éxodo 25:10-22 “Haz un arca de madera de acacia, de dos codos y medio de largo, un codo y medio de ancho, y un codo
Conversávamos e, nesse momento, ela apenas me ouvia. Eu lhe falava sobre alguns medos, frustrações e que talvez até desistisse de amar novamente. Ela perguntou
