Escuridão
Quando não existe mais solução Quando as luzes se apagarem Só assim vocês verão que a única coisa que sobrou da luz foi a escuridão






















Quando não existe mais solução Quando as luzes se apagarem Só assim vocês verão que a única coisa que sobrou da luz foi a escuridão
No horário acordado pelo gesto natural A minha procura Batia com o seu ponteiro. Eram segundos que reluziam no coração. A alma pulsava e, ao
Lutei para não começar. As coisas são diferentes. Os seres tomam decisões divergentes. A luta deste luto é grande… Dentro, as coisas se misturam. Querendo
Já te confiei coisas grandes Já te falei segredos que nem a mim mesmo confiei Já tentei depositar todo meu amor em ti Já vivi
Que pelo cajado vimos o poder Pela varra afugenta o inimigo! Nos céus foi preparar uma morada Para os seus escolhidos Quem é ele? Que
Nosso potencial é impedido, Ante o fortuito, paralisados, O medo deixa o espírito aturdido, E deletérios numes são incensados. Semiótica do olhar desprendido, Vazios abarcam
Elias José nos traz a “Caixa mágica de surpresa”, É experimentar o que a imaginação pode alcançar E mostra-nos a magia de um parque de
Papoila obstinada, Na tempestade e nos ventos fortes És resistente aos pequenos nadas, Floresces em tudo, até entre mortes. Frágil e bela, Esvoaças ao sabor
Apenas o lume de alcance infinito aviva a concórdia, desfaz o cenário vestido em nuanças, razões de conflito nas plagas diversas de um mundo precário.
Aqui, no escuro em que me faço verso, eu grito, grito meu poema ao vento, um quê de vil torpor experimento e encolho-me no susto
