POETAS E POETISAS – No Panteão da Liberdade
O seu nome ecoa, perenemente, No fátuo panteão da liberdade. Por sua luta audaz, intermitente, Por valores caros da humanidade. Rótulos e injustiças, renitente. E




O seu nome ecoa, perenemente, No fátuo panteão da liberdade. Por sua luta audaz, intermitente, Por valores caros da humanidade. Rótulos e injustiças, renitente. E
Os Contos da vida, Um fecho no amanha Entre o saber e o não Um ontem de banze-los (pensamentos) Que no amanhã Brota abordo Os
Sabe aquela dorzinha Que só você sente Começar dentro do peito Invadir ventre e estômago Necessitando acalanto? Uns a chamam dor de AMOR Outros dizem
Esse que de mim faz desdém No coração não desejo tal sentimento Queria expulsá-lo para outro lugar Ah! Se do meu peito o levasse o
As portas se fecham As luzes se apagam Um ser de Luz no palco começa a Brilhar Seus olhos estavam fechados Sua boca estava selada
Minha terra tem primores: Cerâmica, bordado e mel Tem a serra da Passira Cujo topo alcança o céu Minha terra tem pessoas Pra quem eu
A nossa perdição é o pecado Que nos escraviza com desejos momentâneos E paixões desenfreadas Deus não quer isso! Nosso chamado amor é interesseiro e
No piscar de um olhar A vida se vai Ontem abraços foram dados Hoje foram tirados Ontem juntos sorrimos Hoje sozinho choro O vazio é
Sem ti… De certeza que o vento jamais sopraria ao meu encontro Jamais teria conhecido a natureza E seus maravilhosos mistérios Mãe Jamais teria visto
Sabe aquele vinho caro Que você degusta com tanto prazer? Pois é! Peguei ele da sua adega E enchi duas taças que estão Aqui do



