FÓRUM DO SONETO – Sonhos Puros por Douglas Alfonso
Sonhei… Sonhei… E digo: foi preciso! Nos sonhos, viajei (recordo agora!); Em minha tenra idade, vi a aurora E o lindo rosicler do “Paraíso”. Porém,






















Sonhei… Sonhei… E digo: foi preciso! Nos sonhos, viajei (recordo agora!); Em minha tenra idade, vi a aurora E o lindo rosicler do “Paraíso”. Porém,
Relembro a todo instante aquela cena Do beijo dado em ti, daquele abraço… No enlevo, a tua mão, gentil, pequena Unida às minhas mãos, no
Sentenciado, o mundo inteiro, chora, A indiferença avança, sanguinária, Sufoca o peito, em dose tal, diária, Levando o amor, do ser humano, embora! Por ingenuidade,
A casa só existe em pensamento e a cola engana um ventre que suplica migalhas de qualquer um alimento na extrema fome que se multiplica.
Um barco sem leme num porto inseguro que teima singrar pelos mares do mal, castelos de areia e as estátuas de sal moldadas por mãos
Quando nasci, num mês de muitas flores, Reconheci, banhado de ternura, Meses depois, o amor na forma pura Que me aqueceu num véu de bons
As nuvens reunidas às escuras, Pincelam a manhã de cor cinzenta, Os ventos abrem alas à tormenta, Raivosos, sem fazer quaisquer mesuras. A chuva cai
Tempo de reabrir velhas janelas, Deixar o vento entrar com novas cores, Tempo de repensar velhos valores, Deixar, por fim, partir as caravelas. Tempo de
Como prometido na Edição anterior da The Bard – Março e Abril, aqui na Coluna do FÓRUM DO SONETO, trataremos sobre o assunto que auxilia
Em meio à multidão, senti que alguém me cumprimentou. Não há espaço à dúvida, foi comigo. Olhei à minha proximidade, e não havia ninguém em
