POETAS E POETISAS – Céu de África por Alberto Arecchi
Sempre que olho para o céu, Bayuma, penso naquela noite, no quintal da tua casa, no topo da colina. Fizemos amor, como se estivéssemos em




















Sempre que olho para o céu, Bayuma, penso naquela noite, no quintal da tua casa, no topo da colina. Fizemos amor, como se estivéssemos em
Deixei de dizer, Até de escrever. Se gritei não ouviu Ou talvez até sentiu. Minha voz se emudeceu O som preso na garganta. Não ecoou,
Ela e ele! Ciranda de flores. Amores cintilantes de minha alma. Transbordam afeto e me acalmam. Presenças que me completam No alarido da vida agitada,
Cartas recebidas e enviadas que, de longe, traziam notícias informações muito aguardadas algumas, guardadas, são relíquias vêm de pessoas sempre amadas ou de autoridades, reis,
De repente Minha mente pensa lentamente Como um flash a desacelerar E quando vejo já estou a divagar Devagarinho pelos meus caminhos imaginários Divagando pelos
Uma vida perfeita. Aí essa vida existe? Uma vida sem problemas. Qual será o segredo dela? Um casamento perfeito. Será que eu consigo? Os segredos
Pai… Saudade Tem o seu cheiro Um cheiro de mato Que me lembra a vida no campo E do meu tempo de criança Saudade tem
Querido(a)s leitores e leitoras, poetas e poetisas da Revista The Bard, apresento-lhes a 27ª Edição da Coluna Poetas e Poetisas. A Coluna Poetas e Poetisas,
“Não se faz um bom nadador dentro de um barco.” Imagine uma embarcação qualquer, que comporta um número considerável de pessoas se deslocando de um
Falta-me coragem para dizer tudo que gostaria. Os sentimentos ficam aqui, entalados, presos na garganta. Confesso que escrevo o que não digo. E, se olhares
