DESVENDANDO A FANTASIA – Entre o belo e o grotesco em Aurora nas Sombras, de Fabien Vehlmann e Kerascoët
E quem disse que uma história fofinha e fantasiosa não pode ser estranha ou mesmo assustadora? Aqui trago mais uma bela (e sinistra) história de




















E quem disse que uma história fofinha e fantasiosa não pode ser estranha ou mesmo assustadora? Aqui trago mais uma bela (e sinistra) história de
“Não é a contradição que dilacera a alma, é a recusa de habitá-la conscientemente” Ela atravessa a si mesma como quem caminha sobre águas
Seguindo pela estrada de fazer, o sonho acontecer, escuto o tilintar dos cristais, sentindo a tua ternura ocupando a beleza mais recôndita encontrada na alma
STELLA GASPAR A imagem da árvore que se fortalece com o vento é uma das metáforas mais potentes do estoicismo. Sêneca nos lembra que
Reciprocidade, ó lei sagrada do universo, que tezes o fio invisível entre dois corações, és tu quem transforma encontros em destino e soledades paralelas em
Na câmera térmica, todos dormem em azul. Só a cama dele ferve em vermelho animal. Ele encara a janela: no vidro, não há cama, não
Recapitulação Capítulo 5: Páginas em Branco Daniel passa o domingo atormentado pela perda completa de suas habilidades premonitórias. Conversa com Miguel, seu irmão, que sugere
Em tempos de notificações incessantes, prazos comprimidos e uma urgência que parece não ter fim, ler virou um ato quase subversivo. Não é só entretenimento:
Sully Prudhomme nasceu em Paris, em 1839, numa época em que a França era o centro cultural do mundo ocidental. Cresceu em uma família de
📰 Arte como território de encontro: arteterapia, criatividade e reconstrução Publicado em 5 de maio de 2026 · por Fabiana Francisco · Leitura estimada: 8
