CONTOS E MINICONTOS – O amor por Francisco Cavalheiro
O amor é comparado a intensidade de um vulcão. Depois que entra em erupção não tem como controlar as chamas. Por FRANCISCO CAVALHEIRO






















O amor é comparado a intensidade de um vulcão. Depois que entra em erupção não tem como controlar as chamas. Por FRANCISCO CAVALHEIRO
A vida me ensina a ser a bailarina sobre a corda-bamba… Às vezes se exalta e me faz ser mulata pra dançar um samba… Noutras
Alvorecendo o dia, percebo a vida diferente… Vou até a janela, descortinada com o ventejar. O rebolar das flores se despindo do usual, a notar.
AGRADECIMENTOS Agradeço as pessoas maravilhosas que fazem a leitura da coluna “Autopoiese & Narrativas”. Em especial, agradeço ao Diretor chefe da Revista Internacional The Bard
Gotas duras como diamantes. Onde bateram, deixaram a marca. Vidros das janelas quebrados, telhados esburacados, guarda-chuvas rachados como peneiras. Os telhados dos carros ficavam transformados
Heróis e heroínas Olá, querido leitor. Iniciamos mais um ano recheado de histórias fantásticas e aventuras pelo mundo dos deuses, esses seres incríveis que povoam
Te chamei por muito tempo. Antes mesmo de saber teu nome. Chamei dos meus exílios voluntários. Chamei pelos meus desertos. Dentro das minhas solidões. Vagando
Procura do conhecimento Da vida e da morte O que a nossa vida tem Existe um buraco Mas nesse buraco tem uma luz Quero conhecer
Das glórias das manhãs ecoam as canções na alma, em cores a natureza agalma. Poesias que deitam seus rAmos, Que se arrumam Arr-amados ao noturno
É arder em fogo É aquecer a alma Em chamas quentes Fazer meu corpo ardente É brisa fria Que acalma meu dia Apaga o fogo
