CRÔNICAS TONS DO COTIDIANO – Onde quer que estejam por Lya Luft
A maior homenagem que se pode fazer a alguém que já morreu é tentar viver da melhor forma possível. Porque tudo é transformação. E a






















A maior homenagem que se pode fazer a alguém que já morreu é tentar viver da melhor forma possível. Porque tudo é transformação. E a
Mulher muitas vezes conhecida como frágil, Muitas vezes tão singela, Mas que vence forças mais forte que ela. Mulher é sentir tudo ao máximo e
Exuberância dionisíaca em brindes efusivos de prazer Guerrilhas de versos dançam aos olhos de Rá Metáforas profana o templo sagrado de Psique Os escribas afiam
Descobri, que não sei falar de amor. Das frescuras do coração Apenas o sei sentir, Mas expressá-lo não. Descobri, que não sei falar de amor.
Estar como morta Sem dizer o que Deve porque não sei Não sei a cor Que existiu quando Chorei Uma palavra que Nunca falei diante
Quisiera escribir las líneas más hermosas para ti, más no existen palabras para describirte, pues al amanecer le falta tu sonrisa, Ya la primavera florecida
Mulher, sensação de amor febril Cuidado caliente, aura envolvente Saciar no colo, afago fértil Alma alimentada, dorso de leite Sofre a dor da adolescência Enfrenta
Olores naturais, revigorantes, Dispersos pela brisa da beleza Que volta após o inverno de tristeza, Inundam vales, serras, e vazantes. A fauna vê seus membros
Entorpecido o cérebro procura Tredas procelas, antes navegadas, Em vastos oceanos revoltadas, Que o homem do mar enfrenta com bravura. Ignotos mares forjam a aventura
Ouvindo uma canção, E as lembranças brotando no coração, Histórias que vivemos, Histórias que devemos viver. Coisa que eu gosto de fazer, Te acontecer, Percorrer
