POETAS E POETISAS – Casario solitário por Ceiça Rocha
No alto da colina rochosa, o sol abre as cortinas do crepúsculo colore e se derrama pela varanda do ocaso. No agasalho da sua sombra




















No alto da colina rochosa, o sol abre as cortinas do crepúsculo colore e se derrama pela varanda do ocaso. No agasalho da sua sombra
E lá vem o Seu José Homem simples, da roça Mas que desde novo trabalhou na cidade Naquela quase vila em que morava Conhecia do
Aquele momento que bate a lembrança De todas as tuas presenças marcadas Não importa a distância Sei que estás presente em mim Em cada hora
Sem encontro marcado Te encontrei E na sutileza do encontro Me encantei Tua alma de alegria Sorrir aos olhos meus E no peito a fantasia
A primavera traz o suave sabor das flores, como a menina moça e a doce camélia, ou o perfume da rosa na pétala madura. Mulheres
Joias raras, fios de ouro diamantes reluzentes traz o néctar em teu seio e a flora em teu ventre. Uma suave serenata ou orquestra em
Fio Há um fio desfiado. Há um nó desatado. Solto da sua meada. Há uma cor desbotada em sua ponta. Sua estrutura parece frágil, mas
Medusa Sem visão, Sem futuro, Presa em cima de um muro. Mulher Forte, Tenta ser Carinhosa. O que se passa? Você Vê Na praça. A
estrelas insulares que estimulam gametas lentes que refrigeram satélites em curto-circuito carismas que propagam erotismo sem alarde : propaganda subliminal Por ROZANA GASTALDI Hortolândia –
Entre novembro e dezembro de 1969, forças adversas me deixam no sobrado da tia-avó da cidade. Menina de sítio, fiquei extasiada! Um mês de desfrutes
