Inconstância
Na minha velha habitação posso me desnudar da armadura Despir os anseios que me tomam o peito a cada novo nascer do dia Permitir que






















Na minha velha habitação posso me desnudar da armadura Despir os anseios que me tomam o peito a cada novo nascer do dia Permitir que
Sou como rochas, sofro desplacamentos. Partes de mim se desprendem e deixam ir tudo que não se prende mais a mim. Sofro intempéries que dilatam
Crês que o amor é como montanha? Solidez de rocha? Pois que se parte Por abalos sísmicos Rachando as entranhas Separando vidas De novo renovo
Livre pensar, formatura em desejo em expressar Triste julgar, causa dano em solo a semear Frutificar a fonte de forte desejo Inspira ensejo, de um
Salvem meu coração! Respostas não obtive, mesmo que gritasse e rasgasse as cordas vocais, o silêncio foi sepulcral. Dia após dia, a dor fria e
Você fica linda Você se transforma em uma flor de Lótus Você diz que ama amar Você só pensa em seu amor Você escreve poesias
A arte é palavra bélica Que guerreia no embate cara a cara, Hermética Lavra a alma, semeia amor e sara É a palavra sem som,
O Natal tem cor da nobreza Daquele que dá de coração Cor de leveza De quem tem aprovado o seu perdão Tem cor de certeza
Quando falo, silêncios me invadem. Nesses momentos lutuosos, eu sinto o toque gélido do passado percorrer penosamente a derme que estremece, inalando o vão; murmurando
Talvez o encontre Embora não o mesmo Escondeu-se de ti Foi lá viver no fundo do mar Tenta não chorar E deixa a alma secar
