CONTOS – Não por Theodora de Castro
Tinha por hábito começar as frases sempre com “não”. Nunca se soube se era trauma infantil, questões de puberdade ou algo congênito. Nasceu Maria Augusta.






















Tinha por hábito começar as frases sempre com “não”. Nunca se soube se era trauma infantil, questões de puberdade ou algo congênito. Nasceu Maria Augusta.
À minha amiga Maria de Fátima, por me ensinar que, na vida, tudo é impermanência. Hoje eu passei em frente à minha antiga casa. Saí
“Tudo” Redunda ao velho A roupa nova O tempo A história . Os momentos O ninho Dos pássaros As asas dos pensamentos. No caminho As
Sonhos de uma noite linda de verão Onde o amor desabrocha o seu botão Onde a lua nova faz brisa como serão E a vida
Sob o véu dos amores líquidos, Construo pontes frágeis e incertas, Entre almas que se cruzam, deslizam, Em busca de conexões abertas. Com laços tênues
És à imagem do tempo, A imagem por cada um levada, Não igualmente vinda Em simples continuidade, Mas composta em lembranças Momentos lembrados Em meio
Branco, branco Tudo está tranquilo e calmo, como um verso em branco amoroso e silencioso. Nascemos e vivemos Com sentimentos de desapontamentos Ou com encantamentos.
O tempo gruda e mancha as paredes deste lar. Volto e retorno à palavra úmida, à montanha feia, à obrigação mútua; Lembro-me de tudo como
Filme: Imperdoável Imperdoável é aquela produção que nos comove, afinal de contas por mais erros que cometemos é justo sermos cancelados por toda vida? Em
“Deitada cantava e em cada som recordava o cheiro de seu amor, o sentia ao seu lado, livre quanto o vento e poético quanto o
