POETAS E POETISAS – Deitado ao seu lado por Gabriel Pinheiro
Eu a vejo como uma deusa, tal como os povos antigos veneravam o sol. eu idolatro suas curvas e as chamas ardentes de suas madeixas






















Eu a vejo como uma deusa, tal como os povos antigos veneravam o sol. eu idolatro suas curvas e as chamas ardentes de suas madeixas
pergunte ao coxo o que sente correndo numa pista sua resposta vai mudar teu ponto de vista sobre uma inesperada alternância da paisagem circulando de
Na cidade vizinha mora Jasmim, Menina brilhante com jeito marcante Perfume de flores — Sorriso constante Da música amante — Tão contagiante. A cantarolar pelas
Despejei algumas sensações lacrimais, Reverberando o alívio que senti a noite, Lembrando tipo o mar, mesmo não sendo arrais E um pouco de solidão chegou
quem vê de perto nem sonha o mundo inteiro, pamonha desespero, sucesso, um cigarro aceso, biquininho na praia, um post fake, sem falha o natural
Estou esperando ansiosamente, Mais uma data comemorativa, Mesmo não sendo muito inteligente, Sabendo que é sua a prerrogativa; Não quero agir precipitadamente, Tendo em mente
Era fã de bicicleta, Até que a pedivela quebrou. Fui sim, e agora não mais. Curtia andar de bicicleta; Comprei outra, e a sela se
Eu queria falar de um mundo Que despertou das sombras Que tem luz própria. Falar de como é libertador Ser dona do próprio sol Queria
Hiatos. Intervalos da vida que são quase morte. É o prender a respiração, Enquanto se mergulha. É o perder a respiração, Enquanto se despenca. É
Numa sala branca uma mulher observa atentamente o jovem exibindo todos os sinais de um ansioso. Ele estala seus dedos. Não consegue prestar atenção. Suas
